Deolane é derrotada em processo de R$ 100 mil contra ex-parceiro comercial

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A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que Deolane Bezerra amargou uma nova derrota na Justiça. A influenciadora digital, que está presa desde 21 de maio, perdeu uma ação iniciada em 2023 após críticas de um ex-parceiro comercial.Relembre o casoA influencer acionou Cleverson Daleffe na Justiça e contou ter celebrado com ele um acordo verbal para divulgação do projeto “Meu Universo Feminino”. Segundo ela, após o projeto não alcançar os resultados financeiros esperados, o réu a teria cobrado a devolução de valores pagos com a iniciativa. Leia também Alfredo HenriqueAdvogado pró-Deolane é ligado a ONG apontada como braço do PCC Alfredo HenriqueMPSP diz que Deolane pode fugir e cita alcance internacional do PCC Fábia OliveiraAdvogado de Deolane Bezerra detalha expectativa para o habeas corpus Fábia OliveiraIrmã de Deolane Bezerra desabafa após pedido de manutenção da prisão Bezerra afirmou que, nesse contexto, Daleffe realizou postagens ofensivas e declarações desabonadoras a seu respeito em suas redes sociais. Junto ao Poder Judiciário, ela pleiteou uma retratação e uma indenização por danos morais de R$ 100 mil. O réu, por sua vez, afirmou que era sócio da famosa no projeto empresarial e que, por esse motivo, os prejuízos e custos deveriam ser partilhados. Ele negou ter praticado ato ilícito e argumentou ter apenas exposto fatos sobre o negócio.Sentença e derrota de Deolane BezerraEm sentença de 14 de agosto, o juiz Bruno Gonçalves Mauro Terra, da 3ª Vara Cível de Barueri, do Tribunal de Justiça de São Paulo, indeferiu todos os pedidos formulados pela criadora de conteúdo.5 imagensFechar modal.1 de 5Deolane Bezerra.Reprodução/redes sociais.2 de 5Após prisão, restaurante tira nome de Deolane Bezerra do cardápioInstagram/Reprodução3 de 5Deolane Bezerra.Reprodução/redes sociais.4 de 5Deolane BezerraInstagram/Reprodução5 de 5Deolane Bezerra foi presa em maioInstagram/ReproduçãoO magistrado observou ser natural que, no âmbito de uma parceria comercial, Deolane Bezerra e Cleverson expusessem e defendessem publicamente suas versões sobre a história. Ele afirmou que o réu exerceu seu direito legítimo à liberdade de expressão ao exteriorizar seu inconformismo e insatisfação com o negócio realizado.O juiz esclareceu, também, que Deolane é famosa e, portanto, sujeita a um grau mais elevado de exposição pública e escrutínio social e crítico. Afirmou, ainda, não existirem provas de que o réu tenha agido com a intenção de difamar a influencer.