Polícia prende “Léo Piloto”, suspeito de integrar milícia no Rio

Wait 5 sec.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, nesta quinta-feira (22), Leonardo Torres Gomes, conhecido como “Léo Piloto”, suspeito de integrar a milícia que atua na zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo as investigações, ele teria participado de uma invasão armada em que criminosos usaram uniformes e identificações da própria DRACO-IE (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais).A ação ocorreu em 4 de julho deste ano, na comunidade Cantagalo, em Campo Grande. Imagens analisadas pelos investigadores mostram homens armados com fuzis e equipamentos táticos usando identificações da unidade especializada. A suspeita é que o grupo tenha tentado se passar por policiais durante uma investida ligada à disputa por territórios.Veja abaixo:https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-23-at-8.28.29-AM.mp4  Leia Mais Polícias do Rio recebem primeiros fuzis antidrones contra o crime Diretora de prisão feminina é presa por suspeita de desvio de alimentos Moradores denunciam abertura artificial da Barra da Lagoa Vermelha, no RJ Segundo os investigadores, Léo Piloto foi identificado em menos de 48 horas após o episódio. De acordo com a Polícia Civil, ele é um dos responsáveis pelas ações armadas da milícia liderada por um criminoso conhecido como “Jorjão” ou “PL”.Durante a prisão, os agentes apreenderam uma pistola de uso restrito e um carro de luxo roubado que apresentava sinais identificadores adulterados.Leonardo Torres Gomes, conhecido como Léo Piloto, foi preso nesta quinta-feira (22), suspeito de integrar o braço armado de uma milícia que atua na Zona Oeste do Rio. Com ele, a Polícia Civil apreendeu uma pistola de uso restrito e um carro de luxo roubado e adulterado. • ReproduçãoA Polícia Civil ainda procura Lorran, apontado como outro participante da invasão. • Reprodução – ProcuradosAs investigações também apuram confrontos entre integrantes da milícia e criminosos ligados ao Comando Vermelho. A Polícia Civil busca identificar outros participantes da invasão e esclarecer o envolvimento do grupo nas disputas territoriais da Zona Oeste.