Sustentabilidade além do óbvio: como transformar ciência e inovação em resultados 

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A inovação científica tornou-se numa das principais formas de impacto real. Mais do que responder a expectativas regulatórias ou reputacionais, a ciência permite redefinir processos, otimizar recursos e desenvolver soluções mais sustentáveis e resilientes para o futuro. A British American Tobacco (BAT) é um exemplo desta evolução. Com mais de 120 anos de história, tem vindo a transformar o seu modelo de negócio e a reforçar o compromisso de construir Um Amanhã Melhor. Parte dessa transformação passa pelo desenvolvimento de Novas Categorias destinadas a fumadores adultos que, de outra forma, continuariam a fumar. A evolução deste portefólio é, também, um reflexo da aposta da BAT na inovação como motor de transformação, apoiada em ciência, tecnologia e hábitos do consumidor. Contudo, a sustentabilidade na BAT vai muito além da inovação de produto. Os resultados mais recentes da BAT revelam a dimensão que esta transformação está a assumir. No primeiro semestre de 2026, os produtos sem combustão chegaram a 35 milhões de consumidores e representaram 19,8% da receita total do Grupo, mais 1,6 pontos percentuais face ao final de 2025. A receita das Novas Categorias cresceu 18% no mesmo período, reforçando o ritmo de transformação do portefólio da BAT. Mais do que uma mudança ao nível dos produtos, esta evolução integra uma transformação mais ampla, assente em inovação, ciência e sustentabilidade, com o objetivo de desenvolver soluções e processos mais eficientes, responsáveis e preparados para os desafios futuros.  A estratégia de sustentabilidade da BAT assenta numa abordagem abrangente e orientada por ciência e dados, estruturada em áreas como clima, circularidade, agricultura sustentável e gestão de recursos naturais. Em todas elas, a inovação científica desempenha um papel central na definição de metas, implementação de soluções e monitorização de resultados. A economia circular é um dos exemplos mais concretos desta abordagem. A BAT tem vindo a integrar princípios de ecodesign no desenvolvimento dos seus produtos e embalagens, considerando todo o ciclo de vida – desde a seleção de materiais até ao fim de utilização. O objetivo passa por desenvolver embalagens reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, reduzir desperdício e aumentar a eficiência dos recursos. Através de ferramentas científicas e modelos de avaliação ambiental, a empresa consegue medir impactos, testar soluções e melhorar continuamente os seus processos. Esta abordagem permite aumentar a utilização de materiais reciclados e renováveis e reduzir o impacto ambiental associado às operações. Também na área climática, a ciência tem sido fundamental para acelerar resultados concretos. A BAT definiu metas para reduzir em 50% as emissões absolutas de gases com efeito de estufa dos Escopos 1 e 2 até 2030, através de medidas focadas em eficiência energética e aumento da utilização de energia renovável. Na cadeia agrícola, tecnologias de monitorização por satélite e práticas regenerativas ajudam a prevenir desflorestação, proteger ecossistemas e promover uma produção mais sustentável. Paralelamente, sistemas avançados de monitorização permitem acompanhar indicadores ambientais em tempo real e reforçar a transparência junto de stakeholders e comunidades. A sustentabilidade empresarial deixou de ser apenas uma questão de compromisso; é, cada vez mais, uma questão de capacidade de execução e de demonstração de resultados concretos. Essa capacidade depende da convergência entre ciência, inovação e visão estratégica.  Para empresas centenárias como a BAT, esta transformação demonstra que a capacidade de inovar de forma responsável será determinante para continuar relevante num mundo em constante mudança.  Este conteúdo integra a edição da newsletter ‘Em Foco’ dedicada ao tema ‘Marcas Sustentáveis’. Subscreva aqui as nossas newsletters.Este artigo integra o espaço branded content da Líder e foi produzido em parceria com a BAT.O conteúdo Sustentabilidade além do óbvio: como transformar ciência e inovação em resultados  aparece primeiro em Revista Líder.