A crise envolvendo o Banco Master, Daniel Vorcaro, o Supremo Tribunal Federal e a Polícia Federal ganhou grandes proporções no ambiente digital.Entre 1º e 10 de setembro, o caso ultrapassou 69 milhões de menções no Facebook, Instagram, X, TikTok e YouTube, segundo levantamento da Ativaweb DataLab.3 imagensFechar modal.1 de 3Desdobramentos d2 de 3Alexandre de MoraesHugo Barreto/Metrópoles3 de 3O que começou concentrado no Banco Master e em Vorcaro rapidamente incorporou novos personagens e instituições, entre eles os ministros André Mendonça, Edson Fachin e Flávio Dino, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.Mesmo com a mudança dos protagonistas, Alexandre de Moraes continuou conectado aos principais núcleos da crise.88,4% de manifestações críticasNo recorte que reúne Moraes, Vorcaro e Banco Master, 88,4% das manifestações classificadas foram críticas. Outros 10,7% foram considerados neutros ou informativos e 0,9% não puderam ser classificados.Segundo a Ativaweb, o dado revela uma rejeição persistente. O comportamento contrasta com o observado em torno de André Mendonça, que apresentou maior oscilação de sentimento durante o período.Para a Ativaweb, a recorrência de Moraes está relacionada ao acúmulo de exposição do ministro em temas como STF, eleições, liberdade de expressão e plataformas digitais, além da forte polarização em torno de seu nome.Com isso, novos episódios acabam sendo incorporados a uma narrativa já existente.O levantamento aponta que Moraes passou a funcionar como um ponto de conexão entre diferentes personagens e instituições envolvidos na crise. Assim, mesmo quando deixa de ser o protagonista do fato do dia, seu nome continua aparecendo nas discussões.