Cleitinho mantém liderança no 1º turno, mas empata com Patrus Ananias no 2º turno em Minas Gerais, mostra Real Time Big Data

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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa ao governo de Minas Gerais, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça (8). Ele tem entre 31% das intenções de voto no primeiro turno e é seguido pelo deputado federal Patrus Ananias (PT), com 17%. O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) tem 11%, e o govenador Mateus Simões (PSD), 11%. No segundo turno entre Cleitinho e Patrus há um empate técnico no dentro da margem de erro de 2 pontos porcentuais: o senador teria 43% e o deputado, 41%, de acordo com a pesquisa. Em outros cenários, Cleitinho venceria Kalil por 44% a 37% e superaria Simões por 43% a 35%. Cleitinho, Patrus e Kalil são os mais rejeitados, com, respectivamente, 45%, 43% e 41% dos eleitores que declaram votar nos candidatos em pergunta com múltiplas escolhas.Ao Senado, Marília Campos (PT), tem 21% das intenções de voto; Aécio Neves (PSDB) e Domingos Sávio (PL) têm 14% cada; Carlos Viana (PSD), 13%, Marcelo Aro (PP), 9%, Áurea Carolina (PSOL), 6% e Marco Antonio Superman (Novo), 6%. Arcanjo Pimenta (MDB) e Carlin Moura (Avante) obtiveram 1% cada, mesmo porcentual de outros seis candidatos somados.Na disputa presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 38% e Flávio Bolsonaro (PL) tem 32% no primeiro turno. Eles são seguidos por Augusto Cury (Avante), com 10%, Romeu Zema (Novo), com 8%; Renan Santos (Missão), com 4%; Pablo Marçal (PRTB), com 2%; Ronaldo Caiado (PSD) com 1%.No segundo turno, Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro 44% das intenções de voto e empatam tecnicamente. O presidente e o senador lideram a rejeição, 51% de eleitores que declaram não votar neles.MetodologiaNa pesquisa, foram consultados 2.000 eleitores presencialmente entre o quinta (3) e esta segunda (7). A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e a pesquisa tem registros BR-01825/2026 e MG 00998/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).