Como evitar fungos e bactérias no capacete: estudo aponta necessidade de higienização regular

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O capacete exige mais do que cuidados com a segurança: também pede atenção à higiene. Um estudo publicado no Jornal Internacional de Microbiologia analisou cerca de 130 equipamentos e identificou a presença de bactérias em 74,6% deles e de fungos em 65,4%, reforçando a necessidade de limpeza regular do acessório usado por motociclistas no dia a dia.Segundo a pesquisa, foram encontradas 392 amostras bacterianas e 346 fúngicas. Entre os fatores que favorecem a proliferação desses microrganismos estão o acúmulo de suor e oleosidade.Cuidados básicos para higienizar o capacete corretamenteDe acordo com Antony Fedlallah, CEO da PitCap, a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) recomenda a limpeza do casco com pano e álcool e a lavagem da parte interna. Além disso, o executivo orienta que o motociclista evite apoiar o equipamento no chão, em muretas ou em locais com risco de contaminação.“O capacete fica em contato direto com a pele, às vezes por horas. Por isso, é preciso ter mais atenção aos locais em que o equipamento fica exposto. Lembre-se, os possíveis fungos e bactérias ficarão em áreas muito sensíveis, como couro cabeludo, ouvido, boca e olhos. Outra dica é, após o uso, deixar o capacete respirar por, pelo menos, 30 minutos em local ventilado, antes de armazená-lo no baú da moto, por exemplo”, afirma.Ele também recomenda a limpeza interna regular, sempre conforme as orientações do fabricante, para evitar danos ao equipamento. “Todavia, pelo menos uma vez por mês, é importante fazer uma higienização profissional. Hoje no Brasil existem vending machines que fazem esse tipo de serviço, oferecendo uma higienização completa de forma rápida e segura, eliminando até 99,9% de fungos e bactérias”, esclarece Fedlallah.Serviços profissionais ajudam na prevenção de contaminaçãoO CEO da PitCap afirma que nem todo produto de limpeza é seguro para o capacete e que o uso de soluções inadequadas pode deixar umidade e resíduos prejudiciais à saúde. Para quem usa a motocicleta com frequência, ele considera ideal recorrer a serviços especializados para a manutenção periódica.“A higienização profissional utiliza raio UV-C e vapor quente para eliminar esses microrganismos, além de remover o mau cheiro, que é uma reclamação comum. Nas máquinas de higienização, esse serviço custa R$ 10, e não precisa agendar horário. No dia a dia, basta colocar o capacete na vending machine e realizar a limpeza. Essa praticidade ajuda a prevenir alergias e doenças”, complementa o profissional.A PitCap informa que sua máquina automatizada higieniza, desodoriza e perfume levemente o capacete em menos de quatro minutos, com até 99,9% de eficácia. A empresa diz ainda que o serviço opera por autoatendimento, com pagamento via Pix, cartão ou QR Code, e foi desenvolvido para locais de alto fluxo, como postos de combustível, shoppings, concessionárias de motos, supermercados e universidades.O post Como evitar fungos e bactérias no capacete: estudo aponta necessidade de higienização regular apareceu primeiro em Mobilidade Sampa.