Caiado diz que pedirá a Fachin liberação de dados sobre Master e INSS

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O candidato à Presidência e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou que pretende protocolar um ofício ao ministro Edson Fachin, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), para pedir a divulgação de informações relacionadas aos casos Banco Master e INSS, sob a relatoria de André Mendonça. Em entrevista à Rádio Itatiaia na manhã desta quarta-feira (9), Caiado afirmou que o avanço das investigações deve ser de conhecimento público antes do primeiro turno das eleições, em 4 de outubro, para que os eleitores brasileiros votem com mais conhecimento sobre os candidatos.“Essas informações são fundamentais para orientarmos o nosso voto. Eleitor não pode ser traído neste momento. Do contrário, estaremos dando um golpe à transparência e ao regime democrático brasileiro, com eleitor votando sem ter conhecimento dos envolvidos na maior corrupção que já vimos no Brasil, talvez em todo o planeta Terra”, afirmou. Leia mais Entorno de Mendonça vê Fachin atropelado por Dino e cobra solução rápida Fachin cancela sessão plenária após mais uma escalada da crise no STF Andrei de volta à PF: veja os próximos passos em meio à crise no STF O candidato ainda defendeu o afastamento e um possível impeachment de Alexandre de Moraes, ministro do STF, após relatório da PF (Polícia Federal) revelar trocas de mensagens entre ele e o ex-dono do Master, Daniel Vorcaro. O documento foi tornado público por André Mendonça na última semana e, desde então, os magistrados trocam acusações de abuso de autoridade e direcionamento de investigação. “Neste momento, o colegiado do STF deveria se reunir, afastar Moraes da condição de ministro e tomar outras medidas, sendo o Senado credenciado para votar o afastamento definitivo, impeachment. E a justiça deve seguir adiante nos fatos”, disse.O presidente do STF, Edson Fachin, já pediu manifestações de todos os envolvidos no caso. O prazo para a entrega das explicações ainda está em curso. “Não vejo como Moraes permanecer no Supremo”, diz Caiado à CNN | CNN Eleições