De camarins a passagens: gastos de Dark Horse chegaram a R$ 20,9 milhões

Wait 5 sec.

A empresa Go Up Entertainment Ltda destinou R$ 20,9 milhões para custear a produção do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O valor consta na perícia elaborada pelo Instituto de Perícia Investigativa, anexada ao inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal) que apura irregularidades na produção do filme.Segundo a perícia, os recursos foram aplicados da seguinte forma:cachês de 11 atores e 800 figurantes;equipe técnica responsável pela iluminação, direção, produção executiva e som;equipamentos cinematográficos;figurino, maquiagem e efeitos especiais;passagens aéreas, transporte terrestre, veículos de produção e translados do elenco;hospedagem e acomodação;alimentação diária, catering e refeições do elenco;camarins, centros de apoio, áreas operacionais e geradores;segurança privada e escoltas;gestão administrativa, documentação, contratos, licenças, seguros, suporte jurídico-contábil e controle financeiro;pagamentos a empresas brasileiras contratadas para fornecimento de serviços, materiais, locações e apoio técnico;manutenção, operação e encerramento das atividades de produção.Os pagamentos foram realizados majoritariamente via Pix (88,29%). Segundo a perícia, R$ 18,5 milhões foram transferidos por meio do mecanismo de pagamentos instantâneo.Veja o detalhamento dos meios de pagamento:Pix (88,29%): R$ 18,5 milhões;boleto (11,18%): R$ 2,3 milhões;TED (0,5%): R$ 104,7 mil;outros lançamentos: R$ 2.463,37.Em atualização.