O Ibovespa (IBOV) volta do feriado em alta de olho nas pesquisas de cenário eleitoral à Presidência da República, com o cenário de cautela no exterior em segundo plano. Por volta de 10h11 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em com alta de 1,61%, aos 188.126,44 pontos. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "IBOV", "IBOV" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "ba9d15e"} ); Já o dólar à vista operava em queda ante o real, na esteira do desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda operava a R$ 5,0902 (-0,79%), enquanto o DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, caía 0,33%, aos 98,849 pontos.Day Trade: Day trade: Compre Prio (PRIO3) e venda Engie (EGIE3) para ganhar até 1,43% hoje (8), segundo a Ágora5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta terça-feira (8)1 – Oposição passa à frente de LulaPesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente empatados com 41% das intenções de voto no segundo turno das eleições presidenciais. O presidente perdeu 1 ponto ante levantamento anterior, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro manteve as intenções de voto registradas em 2 de agosto.Já a pesquisa BTG Pactual/Nexus para a eleição presidencial 2026, divulgada nesta terça (8), mostra que, em eventual segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro seguiram empatados tecnicamente, mas o senador superou o presidente numericamente pela primeira vez na série iniciada em 30 de março. Flávio Bolsonaro atingiu 46% contra 45% de Lula, invertendo os porcentuais das duas últimas semanas. Neste cenário, nenhum/branco/nulo somariam 8% e 1% estaria indeciso ou não respondeu.2 – Desdobramentos do caso MasterO ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de inteligência da corporação, Leandro Almada, sob a alegação de que o próprio Mendonça e o advogado-geral da União, Jorge Messias, foram alvos do que chamou de monitoramento ilícito por meio de relatórios de inteligência produzidos pela PF. Esses relatórios de inteligência, que eram apócrifos, serviram de base na semana passada para o ministro Alexandre de Moraes, também do STF, pedir investigação contra Mendonça por improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Moraes apontou indícios de que Mendonça teria dirigido apurações contra ele e outras autoridades no âmbito das investigações sobre o Banco Master e os desvios no INSS.As assessorias de imprensa da PF e da AGU não responderam de imediato a pedido de comentário.Na decisão que atendeu a um pedido apresentado pelo Partido Novo sem parecer da Procuradoria-Geral da República, Mendonça pediu ainda a convocação de uma sessão extraordinária da Segunda Turma do STF ainda nesta terça-feira para avaliar a sua decisão.3 – FocusOs economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) reduziram levemente as expectativas para a inflação em 2026, mostrou o Relatório Focus divulgado nesta terça-feira.A mediana para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano caiu de 5,01% para 5%, em uma melhora que não se espalhou para todos os horizontes. Isso porque, para 2027, a projeção para a inflação subiu de 4,28% para 4,29%, na quarta semana consecutiva de avanço.Na atividade econômica, a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2026 avançou levemente de 1,92% para 1,93%. Para 2028, porém, a mediana recuou de 1,98% para 1,96%.Já as expectativas para câmbio e juros não tiveram alterações relevantes. O dólar projetado para o fim deste ano permaneceu em R$ 5,20, enquanto a Selic esperada para o mesmo período seguiu em 13,75%.Leia mais: Economistas melhoram previsões para inflação e PIB de 2026; veja o Focus desta terça-feira (8)4 – Inflação no atacadoO Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou avanço de 0,06% em agosto, depois de cair 0,86% no mês anterior, com a alta nos preços ao produtor compensando a deflação ao consumidor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.O resultado ficou em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters de variação positiva de 0,05% e levou o índice a acumular em 12 meses alta de 2,63%.“O IGP-DI ficou próximo da estabilidade em agosto, mas houve mudança importante na composição do índice”, destacou André Braz, economista do FGV IBRE.No período, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do indicador geral, subiu 0,10%, em comparação à queda de 1,31% no mês anterior.5 – Petróleo perto dos US$ 100Os houthis do Iêmen, apoiados por Teerã, atacaram instalações de energia e cidades na Arábia Saudita, aliada dos EUA, na terça-feira, ferindo mais de 70 pessoas e ressaltando o risco de o conflito com o Irã se transformar em uma guerra regional mais ampla.O conflito no Irã, que já dura seis meses, tem sido marcado por um ciclo de pausas seguidas por recrudescimentos periódicos desde que os EUA e Israel lançaram ataques em 28 de fevereiro com o objetivo de pôr fim ao programa nuclear de Teerã, impedir sua capacidade de atacar vizinhos e restringir seu apoio a grupos aliados na região.Os ataques ocorreram depois que o Irã alertou que a infraestrutura energética em todo o Golfo, incluindo os interesses dos EUA no setor de petróleo e gás, estava vulnerável na sequência de uma troca de ataques em retaliação contra navios no Golfo e arredores no último fim de semana. Os ataques fizeram com que os preços do petróleo subissem para os níveis mais altos em mais de seis semanas.Mais cedo, os preços do petróleo encostaram nos US$ 100. Por volta de 10h20 (horário de Brasília), o contrato do Brent negociado para novembro avançava 1,04%, a US$ 98,01 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, o contrato do WTI para outubro subia 1,18%, a US$ 92,52 o barril, no mesmo horário.Por dentro dos mercadosReceba gratuitamente as newsletters do Money TimesOBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.*Com informações de Reuters