Família descobre que gata está viva 18 meses após levá-la para a eutanásia

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Na Geórgia, Estados Unidos, uma família viveu uma reviravolta surpreendente com a gata de estimação. Um ano e meio depois de levar a pet para ser eutanasiada em um hospital veterinário, eles descobriram que a bichana ainda estava viva. Brian Jagt, tutor de Annie, registrou um boletim de ocorrência ao descobrir que um funcionário não realizou o procedimento depois que a família deixou o local, em fevereiro de 2025. Leia também É o bicho!Voz de bebê não garante atenção dos gatos, diz veterinária É o bicho!Como a grama pode ser utilizada para enriquecimento ambiental dos gatos Distrito FederalFilhotes de gatos são salvos de tubulação em escola após 5 horas de resgate CiênciaVeterinária cria cadeira de rodas com carrinhos de brinquedo para gato Com 19 anos de idade, a gatinha lutava contra uma série de complicações de saúde, como sinais de demência. Segundo informações de uma emissora da região, agora a pet passou pela eutanásia, desta vez confirmada, no dia 13 de agosto. Além disso, Brian também foi reembolsado, já que, à época, pagou US$ 300 pelo procedimento — valor equivalente a cerca de R$ 1.800.A descobertaQuem descobriu o segredo foi um amigo de Tyler, filho do tutor, que trabalhava no hospital e contou à família que Annie estava sendo mantida viva.Bichana ficou viva por um ano e meio sem que a família soubesse“Pelo que sei, Annie tem estado lá frequentemente desde fevereiro de 2025. Ela não parece bem na foto. Minha família está muito preocupada com o fato de o veterinário estar mantendo-a viva além do razoável, em detrimento da saúde da gata”, disse Jagt em comunicado.A polícia registrou o caso como furto, já que o funcionário estava em posse da felina. “A parte mais difícil de tudo isso, a coisa que não consigo superar, é que ela acha que a abandonamos um dia na clínica. É isso que me tira o sono. Ela achou que simplesmente a deixamos lá”, desabafou o tutor.O que disse o estabelecimentoEm resposta, o hospital declarou que demitiu o responsável e alegou que os funcionários acreditaram que a pet não precisava ser eutanasiada, mas não notificaram o dono.Caso foi registrado como furto“Reconhecemos, no entanto, que não honramos a confiança que a família depositou em nós e fizemos todos os esforços para corrigir a situação. Levamos a confiança de nossos clientes muito a sério, tratamos do assunto internamente e reforçamos nossas políticas para garantir que as decisões de nossos clientes em relação aos seus animais de estimação sejam sempre respeitadas”, escreveram em comunicado.