Dependendo do ponto de vista, a economia brasileira em 2025 pareceu relativamente forte — ou perigosamente frágil. Por um lado, a taxa de desemprego se manteve em níveis historicamente baixos. O crescimento econômico fechou o ano em 2,3% — uma desaceleração sobre os 3,4% de 2024, mas ainda acima do que o mercado esperava no início do ano. Ao mesmo tempo, os velhos problemas de sempre continuaram nos afligindo. A Selic chegou a 15% ao ano, a atividade perdeu velocidade, o endividamento das empresas aumentou, e casos de recuperação judicial começaram a revelar o desgaste provocado por um dos mais longos períodos de crédito caro dos últimos anos.Leia mais em: https://exame.com/revista-exame/o-folego-encurtou/