Chave cartão e retrovisores digitais: 10 reinvenções modernas de funções básicas

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Em tempos de rápidos e fortes avanços tecnológicos, os fabricantes de automóveis – sejam eles europeus, americanos, chineses, japoneses, ou de qualquer outro lugar do mundo – têm buscado, cada vez mais, inovar para ficar à frente da concorrência. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Nessa corrida, surgem reinvenções que quebram tradições de décadas da indústria automovida. Algumas podem agradar e facilitar a vida do condutor. Outras, apenas mostram a ânsia pela modernidade, prejudicando a operação de comandos corriqueiros.Selecionamos algumas destas recentes reinvenções.–Christian Castanho/Quatro Rodas Continua após a publicidadeRetrovisor digitalO primeiro automóvel a trazer essa tecnologia ao Brasil foi o SUV elétrico Audi e-tron, como opcional que custava na época R$ 13.000. O sistema funcionava, mas a imagem intermediada pela câmera era menos realista que a do espelho, as telas ficavam em um lugar incômodo, nos painéis das portas, e a única vantagem mais relevante pareceia ser a aerodinâmica, uma vez que as câmeras eram menores que a capa dos retrovisores. O custo alto, mesmo para um carro de luxo, não se justificava.–Divulgação/Quatro RodasChave cartãoAlgumas marcas substituíram a chave por um cartão NFC (Near Field Communication), que funciona por aproximação, mas não pode ser simplesmente deixado dentro de uma carteira, porque precisa ficar disponível como uma chave física, para ser aproximado de pontos específicos do carro para abrir portas, dar a partida.–Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidadeDifusor de ar com ajuste eletrônicoAlguns veículos, como o Tesla, possuem controle da posição de saída do ar- -condicionado na tela. O grande problema é que para virar o fluxo ligeiramente para um lado você precisa acessar telas e mais telas. Não é muito mais simples virar o seletor de posição manual?–Divulgação/Quatro RodasAjuste da direção e dos espelhos pela centralPara remover botões, fábricas estão colocando operações banais em submenus nas multimídias. Foi assim que alguém se lembrou de mandar esses ajustes para lá. O tempo que leva para encontrar o caminho, nem sempre intuitivo, dá para ajustar tudo manualmente.–Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidadePark AssistParecia a solução para quem odeia balizas, mas, na prática, o motorista não consegue usar por falta de espaço para o carro manobrar, falta de tempo para posicionar o carro corretamente, para que ele faça medições, e por medo da reação dos motoristas impacientes. Fazer com as próprias mãos é mais rápido e seguro.–Fernando Pires/Quatro RodasTela que giraVeículos da BYD impressionam as pessoas com suas telas de multimídia que giram e podem ficar na posição horizontal ou vertical. Mas, na prática, o ideal é deixar a tela sempre na horizontal, porque aplicativos dos sistemas operacionais, como Apple CarPlay e Android Auto, só funcionam com a tela nessa posição.–Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidadeControle por gestosA tecnologia que remetia a filmes de ficção científica, como Minority Report (Steven Spielberg, 2002), se mostrou ineficiente no uso cotidiano, se tornando mais um gadget que na prática o usuário não utiliza. Seu funcionamento requer muita prática e costume nas posições para o veículo reconhecer os sinais.–Divulgação/Quatro RodasComando de vozO comando de voz é uma excelente opção para o motorista se manter atento à condução. Mas ainda carece de desenvolvimento. No dia a dia, seu uso acaba irritando o condutor, pois os comandos nem sempre são entendidos de primeira, propiciando confusas discussões.–Divulgação/Reprodução Continua após a publicidadeMaçanetas eletrônicasCarros com maçanetas eletrônicas e retráteis ganharam popularidade pelo design futurista e aerodinâmico, mas têm se mostrado perigosas, pois dificultamo acesso ao veículo em caso de acidente. Elas também não funcionam em caso de uma pane elétrica ou falta de bateria.–Divulgação/Quatro RodasUpgrades onlineAlgumas montadoras apostam em vender serviços extras e até opcionais como aumento de potência de seus veículos de maneira online, via multimídia do veículo, modelo estilo Netflix de assinatura mensal com fácil contratação. A ideia é boa, mas falta convencer o consumidor. Publicidade