Aos 62 anos, Marisa Orth revelou que ficou assustada ao receber o convite para protagonizar um filme sensual. Acostumada com a comédia, a atriz foi chamada para estrelar o primeiro projeto do Amasso, plataforma que propõe curtas com enredo voltado a maiores de 18 anos com famosos, e admitiu que chegou a pensar em recusar a oportunidade.“Me assustei inicialmente da proposta. Falei: ‘Gente, como assim? Obrigada, mas que absurdo’. Ficava oscilando”, contou a atriz em entrevista à Quem. O receio, porém, deu lugar à curiosidade depois que a atriz entendeu melhor o projeto.O curta foi dirigido por Gringo Cardia e Bárbara Paz, e Marisa percebeu que se tratava de uma oportunidade de encarar um desafio diferente em sua carreira. “Me obrigou a ficar mais bonita, me obrigou a cuidar mais de mim, emagreci mais, cuidei mais do meu corpo. Foi um trabalho bem cansativo, mas agora que eu vejo, que eu já vi o filme, claro, estou muito menos receosa”, explicou.Depois de assistir ao resultado, Marisa também avaliou que o projeto ficou distante das preocupações que teve inicialmente. “É muito elegante e muito sensual, muito chique e sexy”, avaliou ela.A relação de longa data com Gringo Cardia também ajudou a atriz a se sentir mais confortável durante as gravações. Ele foi responsável pela direção artística da Playboy de Marisa em agosto de 1997, quando ela estampou a capa da edição comemorativa de 22 anos da publicação.“Ele tem absoluta e total liberdade para falar se está horrível, se está feio, levanta, não, está caída, não dá, ou está linda, vamos. Conhece minhas timidezes, conhece minhas vergonhas, é um grande amigo”, contou.Bárbara Paz também contribuiu para que a veterana da TV se sentisse à vontade no trabalho. A atriz destacou sua admiração pelo cinema da diretora e pela maneira como ela trabalha a fotografia e a sensualidade.“A Bárbara foi só uma excelente contribuição, porque eu gosto muito do cinema dela, gosto da fotografia dela, gosto da sensualidade preto e branco dela. E uma amiga, uma mulher, sempre dá aquele ‘help’, mas eu me sinto muito à vontade com o Gringo e com a Bárbara”, avaliou.Para Marisa, a confiança nos diretores foi importante para que ela não se sentisse objetificada durante a experiência. A intérprete também explicou que os limites do projeto foram discutidos à exaustão durante a produção. Segundo ela, a proposta buscava ocupar um espaço entre o conteúdo explícito e o imaginário associado à antiga Playboy.“Existia uma lacuna entre algo que não fosse explícito, como OnlyFans ou pornô, e que ocupasse um espaço que a Playboy tinha, um espaço mais de fantasia”, explicou.O curta-metragem já está disponível na plataforma Amasso, que busca resgatar uma abordagem cinematográfica para o conteúdo adulto, com foco em roteiro, direção de arte e fotografia.A atriz contou que aceitou justamente por ter ficado instigada com a ideia e porque teve participação na definição de quem faria parte do projeto. “Eu topei porque fiquei curiosa, porque achei o convite lisonjeiro e porque eles toparam que fosse com as pessoas que eu propus”, disse.“A gente formatou isso juntos, então foi ficando um trabalho bem interessante”, completou. Apesar do resultado ter diminuído seu receio, a atriz admitiu que o processo exigiu bastante dela. “Foi cansativo pra caramba”, afirmou.O post Marisa Orth expõe pavor ao receber convite para filme sensual: ‘Que absurdo’ apareceu primeiro em Vitrine do Cariri.