O varejo brasileiro de beleza cresce por um caminho diferente do resto do comércio: em vez de abrir lojas com capital próprio, as maiores redes do setor repassam o ponto, o estoque e a operação a terceiros. Leia mais em: https://exame.com/negocios/filho-de-refugiados-do-nazismo-criou-a-maior-varejista-do-parana-e-faz-r-38-bilhoes-com-4-mil-lojas/