Transição energética: diferentes caminhos para um país continental

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Uma indústria que precisa reduzir emissões, uma transportadora que percorre longas distâncias e um pequeno negócio distante dos grandes centros urbanos têm necessidades de energia muito diferentes. No Brasil, essas diferenças também refletem a infraestrutura disponível em cada região e as características de cada atividade econômica.É por isso que a transição energética brasileira dificilmente será feita pela substituição de uma fonte por outra. Diferentes fontes e tecnologias se complementam para conciliar descarbonização, segurança energética, competitividade e acesso.Essa discussão estará no CNN Talks Energia, que será apresentado em 24 de setembro e terá patrocínio da Ultragaz. Com quase 90 anos de história e pioneirismo no GLP, a companhia atua hoje como uma plataforma de energia para negócios e domicílios, com soluções em GLP, energia elétrica e biometano. Presente em todo o país, a Ultragaz conecta pessoas e negócios, evoluindo continuamente para oferecer soluções cada vez mais inovadoras, eficientes e adequadas às necessidades energéticas dos clientes.A estratégia é usar essa capilaridade e o conhecimento acumulado sobre diferentes perfis de consumo para oferecer soluções de acordo com as necessidades de cada cliente. Hoje, a atuação inclui também o Mercado Livre de Energia, biometano, propelentes e fluidos refrigerantes, que podem ser combinados de acordo com as características de cada operação.Mais escolha na contratação de energiaO Mercado Livre de Energia será um dos principais assuntos do encontro. Nessa modalidade, consumidores podem escolher fornecedores e negociar preços, prazos, volumes e condições contratuais, além de priorizar fontes renováveis.Para as empresas, essa possibilidade amplia as alternativas para uma gestão mais eficiente da energia, com maior previsibilidade orçamentária, segurança energética e melhor gestão de riscos, além de contribuir para o avanço das metas de sustentabilidade.Atualmente, a Ultragaz oferece uma solução completa para clientes que desejam atuar no mercado livre de energia de alta tensão, abrangendo desde o diagnóstico do perfil de consumo e a estratégia de contratação até a gestão contínua dos contratos e da operação, ocupando posições de destaque nos principais rankings do setor. Com isso, a Ultragaz fortalece sua atuação como provedora de soluções integradas de energia para empresas em diferentes regiões do país.A operação já atende mais de 5 mil clientes e acumula mais de R$ 1,4 bilhão em economia gerada para eles. A companhia ocupa a 2ª colocada no ranking da CCEE em número de unidades consumidoras.Cada operação pede uma soluçãoA transição energética envolve diferentes caminhos, que podem se complementar de acordo com as características de cada operação. A disponibilidade de infraestrutura, o perfil de consumo e as necessidades específicas de cada atividade são fatores que influenciam a escolha das soluções energéticas.O GLP é parte dessa complementaridade. Transportável, disponível e amplamente distribuído, o combustível permite atender regiões e atividades com diferentes condições de infraestrutura e contribuir para a segurança do fornecimento. Essa versatilidade também permite aplicações em diferentes setores da economia, de residências e pequenos negócios a indústrias e grandes operações.A experiência da Ultragaz com o GLP ajudou a formar uma rede capaz de chegar a diferentes regiões e atender diferentes perfis de clientes. Essa presença também permite identificar demandas que podem ser atendidas por outras soluções energéticas.O biometano é uma dessas frentes. Produzido a partir de resíduos urbanos e agroindustriais, o combustível renovável é intercambiável com o gás natural em diferentes aplicações e já substitui o diesel e o gás natural no transporte pesado, contribuindo para a redução das emissões.A Ultragaz possui 750 mil metros cúbicos de biometano por dia contratados, com 15 plantas de produção incluídas em seus contratos e 20 clientes em operação, além de outros 44 clientes contratados. Entre 2024 e 2025, os projetos de biometano da companhia evitaram 56 mil toneladas de CO₂e. O combustível apresenta potencial de redução de até 90% das emissões de CO₂ em relação ao diesel, considerando o ciclo de vida.A companhia também trabalha na estruturação de corredores verdes de abastecimento. Um dos desafios é garantir que o combustível esteja disponível ao longo das rotas utilizadas pelas frotas pesadas. Para isso, desenvolve soluções logísticas e modelos de abastecimento de acordo com a operação dos clientes.O portfólio inclui ainda propelentes e fluidos refrigerantes para aplicações industriais. A combinação depende do perfil de consumo, da localização e das necessidades de cada cliente.O que falta para o mercado avançarA ampliação dessas alternativas exige investimentos. Em 2025, a Ultragaz destinou R$ 440 milhões principalmente à conquista de novos clientes no segmento granel, à expansão em novas energias e à manutenção de suas operações.Mas a evolução do setor não depende apenas das decisões das empresas de energia. A abertura do Mercado Livre, a expansão do biometano e o desenvolvimento de novas soluções também estão ligados a segurança jurídica, previsibilidade regulatória, infraestrutura e regras que permitam aos consumidores fazer escolhas.Liberdade de escolha, equilíbrio concorrencial e condições para que fontes renováveis sejam também competitivas fazem parte dessa agenda. A integração entre empresas, clientes, produtores e poder público também será necessária para ampliar infraestrutura, estimular novos mercados e atender diferentes necessidades de energia.Para a Ultragaz, as diferenças entre essas realidades orientam a ampliação do portfólio. A experiência de quase 90 anos com o GLP, a presença nacional e o conhecimento dos clientes dão suporte à oferta de soluções complementares para diferentes necessidades e à participação da companhia no desenvolvimento de novos mercados de energia. “A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.