A Chery realmente abraçou os sistemas híbridos pleno como uma forma de preencher a lacuna entre os carros a combustão e os híbridos plug-in. Depois do Tiggo 5, o próximo modelo a adotar a tecnologia será o Tiggo 7, flagrado em testes finais na China pelo site CarNewsChina com visual pronto para exportação.O utilitário esportivo médio adota um sistema híbrido pleno (HEV) autocarregável, dispensando o uso de tomadas externas, e mira na clientela que busca eletrificação sem depender de infraestrutura de recarga. Atualmente, o mercado nacional já conta com o modelo nas configurações a combustão Sport e Pro Max Drive, Pro Hybrid Max Drive com sistema híbrid leve de 48 V e híbrida plug-in Pro PHEV.–Car News China/ReproduçãoPor baixo da carroceria, o veículo traz a segunda geração do sistema Kun Peng, que une um motor 1.5 turbo a gasolina a um propulsor elétrico alimentado por uma bateria de 5,1 kWh de capacidade com refrigeração a ar. O arranjo mecânico entrega 349 cv de potência combinada, enquanto o motor elétrico isolado gera até 201 cv. A bateria fica instalada entre os dois eixos sob o assoalho central, mesma arquitetura vista no irmão menor Tiggo 5 HEV.Apesar de também usar um motor 1.5 turbo, a mecânica tem diferenças consideráveis em relação ao Tiggo 5 HEV e o Omoda 5 HEV. A dupla usa uma bateria menor, de 1,83 kWh, e a potência combinada é de 224 cv. Continua após a publicidadeO fato de ter uma bateria maior do que o normal para um híbrido pleno permitiu que o Tiggo 7 HEV ganhasse a funcionalidade V2L (Vehicle-to-Load). Essa tecnologia permite utilizar a energia armazenada no conjunto de baterias para alimentar eletrodomésticos comuns através de tomadas em corrente alternada. A tração integral poderá ser oferecida nas configurações topo de linha mediante a adição de um segundo motor elétrico montado no eixo traseiro.–Divulgação/Caoa CheryNo visual e no acabamento interno, o utilitário esportivo preserva as mesmas linhas do Tiggo 7 PHEV, lançado em maio. O design dos faróis, lanternas e para-choques não recebeu alterações, e a ausência de um bocal de recarga externa entrega a natureza autocarregável do trem de força. A cabine mantém o padrão atual, concentrando as novidades nas telas digitais, que passam a exibir os fluxos de energia do sistema híbrido. Continua após a publicidadeEm termos de porte, o modelo mantém os 4,54 m de comprimento, 1,87 m de largura e 2,66 m de entre-eixos. A suspensão permanece independente nas quatro rodas, utilizando o esquema McPherson na dianteira e multilink na traseira. O peso em ordem de marcha varia entre 1.489 kg e 1.788 kg, dependendo do pacote de equipamentos e do sistema de tração escolhido. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O novo modelo deve ser posicionado na tabela entre as configurações convencionais a combustão e a topo de linha híbrida plug-in. No caso do Brasil, o portfólio do Tiggo 7 tem pouco espaço para uma versão extra. A configuração PHEV custa R$ 209.990 e, logo abaixo, está o Pro Max Drive por R$ 184.990. Uma possibilidade seria substituir o Pro Max Drive pela versão híbrida plena e, ao mesmo tempo, acabar com o Pro Hybrid Max Drive com sistema híbrido leve, hoje vendido por R$ 181.990.Porém, o lançamento do Tiggo 7 HEV ainda não está confirmado para o país. A Caoa Chery está preparando a estreia do Tiggo 5 HEV, prometido para este ano, como parte de um processo de oferecer sistema híbridos mais eficientes no Brasil. Neste cenário, o Tiggo 7 HEV vira uma possibilidade no futuro. Publicidade