O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, lança neste mês a Escola de Ciências do Amanhã, centro para discussão de temas emergentes da sociedade.O local deve ter encontros e discussões de ciências entre especialistas e a sociedade sobre o futuro e guiar a atuação da instituição pelos próximos dez anos.Serão três frentes de atuação para a produção de conteúdo científico: projetos de formação, pesquisa e documentação feitos por meio de podcasts, seminários de pesquisa, artigos acadêmicos e relatórios técnicos. A Escola vai ser coordenada pelos cientistas Fabio Scarano e Nina Pougy. Leia mais Unicamp: Prazo para isenção da taxa do vestibular acaba nesta sexta (26) Sisu+: etapa complementar do MEC ocupa quase 100% das vagas ofertadas Brasil tem 4 instituições entre finalistas de melhores escolas do mundo “A Escola de Ciências do Amanhã vem da percepção do Museu do Amanhã como um polo de pensamento. Ao longo de dez anos, acumulamos um conhecimento significativo, fruto dos projetos e pesquisas científicas realizados nesse períodos. Agora, queremos expandir ainda mais essa produção de conhecimento”, afirma o curador do Museu, Fabio Scarano.Projetos da EscolaA Escola de Ciências do Amanhã já tem em andamento a disciplina Sustentabilidade e Futuros, criada em conjunto com a Escola Fundação Darcy Vargas.A disciplina tem como foco estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Médio para formar jovens na sustentabilidade.O Museu planeja também o lançamento da formação em Justiça Climática, um ciclo formativo com etapa online para todo o Brasil e imersão presencial no Rio de Janeiro, que deve discutir agenda e justiça climáticas.Entre os projetos está previsto também o lançamento da nova temporada do podcast do Museu do Amanhã, que irá abordar a cultura e o uso do fogo.Os projetos Mulheres na Ciência e Inovação, iniciativa de fomento ao empreendedorismo e à liderança de mulheres em ciência e tecnologia, o Prêmio Elisa Frota Pessoa, destinado a mulheres pesquisadoras do município do Rio de Janeiro, e a Cátedra UNESCO de Bem-estar Planetário e Antecipação Regenerativa, que desenvolve competências essenciais para o século XXI, do antigo setor científico do Museu, agora passam a ser geridos pela Escola de Ciências do Amanhã.Museu seleciona pesquisadores da língua portuguesa em quatro continentes