Clube Bahia adota energia renovável e evidencia expansão do setor em que atua SNEL11

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Clube Bahia adota energia renovável e evidencia expansão do setor em que atua SNEL11O Esporte Clube Bahia passou a consumir energia elétrica com certificação de origem renovável e migrou integralmente para o mercado livre de energia em suas operações. A parceria com a Neoenergia abastece o Centro de Treinamento Evaristo de Macedo e evitou a emissão de 37,3 toneladas de CO₂ entre abril e dezembro de 2025.Além do impacto ambiental, o clube projeta reduzir custos. O Bahia estima economizar cerca de R$ 2,2 milhões em despesas com energia ao longo do contrato de cinco anos firmado com a comercializadora. O movimento segue a tendência de empresas, indústrias e instituições em busca de menores gastos e maior previsibilidade no consumo.Segundo dados setoriais, o mercado livre de energia respondeu por 44,8% do consumo nacional em março, enquanto o número de consumidores avançou 23,6% na comparação anual. A abertura do ambiente de contratação para novos perfis tem acelerado a migração de companhias interessadas em negociar preços, prazos e a origem da energia.A maior demanda por energia limpa ocorre em paralelo à expansão dos investimentos em geração renovável e infraestrutura elétrica. Esses segmentos têm atraído atenção do mercado de capitais, em linha com a evolução regulatória e operacional do setor.Expansão do mercado livre de energia favorece geração renovávelO avanço do mercado livre e a contratação de fontes renováveis elevam a necessidade de novos projetos de geração, com destaque para o segmento solar, que concentra parte relevante dos aportes recentes. Esse cenário sustenta a pipeline de empreendimentos e a diversificação geográfica das plantas.Nesse contexto, fundos voltados à infraestrutura energética, como o SNEL11, ampliam operações em ativos de geração renovável. O fundo possui participação em usinas solares distribuídas em diferentes estados brasileiros e vem reforçando seu pipeline por meio de sua quinta emissão de cotas, alinhando captação e expansão do portfólio.FII registra maior liquidez de sua históriaO fundo imobiliário registrou em junho o maior volume de negociações de sua história, estabelecendo um novo patamar de liquidez durante a quinta emissão de cotas. Até o momento, o veículo movimentou mais de R$ 93 milhões no mercado secundário, superando o recorde anterior alcançado em maio.O avanço ocorre em uma fase de expansão. O fundo superou a marca de 105 mil cotistas e consolidou presença entre os mais negociados do segmento de infraestrutura e energia na B3. O movimento reflete maior interesse de investidores por ativos da classe e uma base de negociação mais ativa.Esse pico de liquidez coincide com a captação da quinta oferta, operação que poderá movimentar até R$ 2,3 bilhões. Caso atinja esse montante, a emissão figurará entre as maiores já realizadas por veículos vinculados ao setor de energia no mercado brasileiro.A intensificação das negociações tende a aprofundar o mercado secundário, facilitar a entrada de novos investidores e reduzir potenciais distorções entre preços de compra e venda. Em veículos em expansão, esses fatores contribuem para maior eficiência na formação de preços.Emissão bilionária reforça posição do fundoA quinta emissão prevê inicialmente a distribuição de aproximadamente 221,3 milhões de cotas a R$ 8,32 por unidade. Com a possibilidade de exercício do lote adicional, a oferta poderá alcançar cerca de R$ 2,3 bilhões, elevando a capacidade de investimento do fundo em novos projetos.Considerando os custos de distribuição, o valor de subscrição foi definido em R$ 8,65 por cota. Segundo a gestora, os recursos captados serão destinados à aquisição de novos ativos e à ampliação do portfólio de geração de energia, ajustando a alocação ao crescimento do pipeline.A oferta ocorre em um momento de fortalecimento no mercado secundário. Em maio, o volume de negociações somou cerca de R$ 92 milhões, marca que foi superada antes mesmo do encerramento de junho, indicando continuidade no aumento da liquidez do ativo.