As companhias aéreas devem continuar evitando o espaço aéreo sobre o Irã, Iraque e Líbano e permanecer cautelosas em toda a região, apesar do acordo-quadro entre Washington e Teerã, porque violações ainda são possíveis, disse a EASA (Agência Europeia para a Segurança da Aviação).A EASA anunciou na quarta-feira (24) que estenderá seu alerta de zona de conflito para a região até 1º de julho. Leia Mais Irã e Rússia discutem cessar-fogo e Estreito de Ormuz Irã acusa EUA de violar cessar-fogo em meio a negociações de paz Irã e EUA trocam ataques após Trump recusar suposto acordo com Teerã A agência afirmou que violações de curto prazo do cessar-fogo entre os EUA e o Irã continuam possíveis, em particular no Estreito de Ormuz e em seus arredores, bem como no espaço aéreo adjacente.A agência também alertou para a fragilidade do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, o que cria a possibilidade de atividades militares que impactem o espaço aéreo do Líbano.A EASA afirmou que todos os operadores devem ter cautela e levar em consideração os riscos potenciais ao operar no espaço aéreo do Bahrein, Kuwait, Israel, Jordânia, Catar, Omã, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.Bombril a Gol: veja empresas que pediram recuperação judicial em 2024