PF prende operadores financeiros do CV no Brasil e no Suriname e bloqueia meio bilhão

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A Polícia Federal realizou, neste fim de semana, uma fase da Operação Red Fox, responsável por prender operadores do Comando Vermelho no Brasil e no Suriname. Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva. Um deles contra um homem identificado como Arnaldo Ribeiro, segundo o g1, apontado como o responsável por negociar a compra de 10 fuzis AK-47 para o braço da facção que atua na Região Norte brasileira. Ainda de acordo com o g1, ele lidava diretamente com Edgard Alves Andrade, o Doca, um dos chefões do CV no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio, que está foragido. A organização criminosa teve quase meio bilhão de reais bloqueados pela Justiça Federal.Ribeiro foi localizado numa mansão em Paramaribo, capital do Suriname, onde também foi presa a esposa dele, Denise Mendonça, ainda conforme o g1. Os dois foram extraditados e receberam voz de prisão quando desembarcaram em Belém, no Pará. No Brasil, os policiais federais realizaram duas prisões: uma Rio de Janeiro e outra em Tabatinga, no Amazonas, região de tríplice fronteira com Colômbia e Peru.Leia tambémLula participa na terça-feira da inauguração da nova Serra das Araras, na Via DutraA Via Dutra é, atualmente, um dos principais meios de escoamento logístico do país, com ligação entre Rio de Janeiro e São PauloSem candidato em São Paulo, PSDB se aproxima de apoio a Tarcísio contra HaddadKim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB), que juntos somavam 10% das intenções de voto, desistiram de concorrer ao governo paulista e afunilam disputaO preso na capital carioca seria suspeito de usar contas pessoais e empresariais para pulverizar recursos ilícitos do CV e viabilizar pagamentos a fornecedores. Já o homem localizado em Tabatinga seria responsável por uma empresa utilizada no fluxo financeiro da organização na região amazônica, especialmente em pagamentos vinculados à logística transnacional de drogas e armas.Além das prisões já cumpridas, seguem em aberto nove mandados de prisão preventiva contra outros investigados e integrantes da organização criminosa, incluindo lideranças da facção que permanecem foragidos.A operação foi em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal (MPF). A investigação apura a atuação de núcleos responsáveis pela movimentação, ocultação e dissimulação de recursos ilícitos usados para financiar a compras de armas e de drogas provenientes do exterior para abastecer o CV no Rio e em outros estados.The post PF prende operadores financeiros do CV no Brasil e no Suriname e bloqueia meio bilhão appeared first on InfoMoney.