A combinação de Selic elevada, spreads comprimidos e aumento dos riscos corporativos está mudando a forma como gestores e investidores olham para o mercado de crédito privado. Em um cenário em que o Banco Central reduziu a taxa básica para 14,25% ao ano, mas sinalizou cautela para os próximos passos, enquanto o mercado já projeta juros de 14% em 2026, ante os 13,75% anteriormente previstos, a busca por retorno deixou de ser suficiente. Agora, a palavra de ordem é proteção.Leia mais em: https://exame.com/invest/onde-investir/selic-alta-por-mais-tempo-favorece-fidcs-no-credito-privado-dizem-gestores/