GGRC11 registra maior liquidez de sua história após entrada em índices globaisO fundo imobiliário GGRC11 atingiu em junho o maior nível de liquidez de sua série histórica, sustentando a tendência observada desde maio com o avanço da 11ª emissão de cotas. O movimento é evidenciado pelos dados de negociação da plataforma Economatica, que apontam aceleração no volume financeiro no mercado secundário.Em maio, o volume mensal somou aproximadamente R$ 199,9 milhões. Já em junho, as negociações aumentaram e levaram o fundo a registrar os maiores volumes diários desde sua criação. No dia 19 de junho, as cotas movimentaram R$ 19 milhões em um único pregão. Outros dias também ultrapassaram R$ 15 milhões, como 1º de junho, com R$ 15,7 milhões, e 9 de junho, com R$ 16,3 milhões.A trajetória reforça a liquidez do fundo ao longo do mês, com sinal de maior participação de investidores no mercado secundário. A dinâmica acompanha o cronograma da oferta em andamento e a maior visibilidade obtida nos últimos meses.GGRC11 supera maio e registra novo recordeConsiderando os pregões de 1º a 22 de junho, o volume financeiro alcançou cerca de R$ 200,4 milhões no mercado secundário, superando o recorde anterior de maio, quando as cotas somaram aproximadamente R$ 199,9 milhões no mês completo. Com isso, junho se consolidou como o maior mês de liquidez da história do fundo, mesmo antes do encerramento do período.A média diária de negociação em junho se aproxima de R$ 13,4 milhões, acima dos cerca de R$ 10 milhões registrados em maio. Esse avanço indica um ritmo mais intenso de trocas de cotas e reforça o interesse dos participantes do mercado pelas operações do fundo.Os maiores volumes diários foram puxados por sessões específicas, com destaque para o pico de R$ 19 milhões em 19 de junho. A concentração de negócios também cresceu em outros pregões, como 1º e 9 de junho, que superaram a marca de R$ 15 milhões.Entrada em índices globais amplia visibilidadeO aumento de liquidez ocorre após a confirmação da inclusão do fundo nos índices FTSE EPRA Nareit Global Emerging e FTSE EPRA Nareit Global Extended. Esses indicadores são acompanhados por investidores institucionais, gestoras internacionais e ETFs que utilizam tais referências na construção de portfólios imobiliários globais.A entrada nesses índices considera critérios como liquidez, governança e transparência, fatores que tendem a ampliar a exposição do fundo perante investidores estrangeiros. Além disso, os rebalanceamentos periódicos dos índices podem gerar elevações pontuais do volume negociado, na medida em que veículos passivos ajustam suas posições.Essa maior presença em benchmarks internacionais contribui para a profundidade do mercado secundário, ao mesmo tempo em que a oferta em andamento amplia a base de cotistas e a circulação de cotas.Emissão sustenta expansão do portfólio logísticoA forte atividade de negociação também coincide com a 11ª emissão do fundo, que já superou R$ 748 milhões captados nos primeiros períodos da operação. Os recursos vêm sendo destinados à expansão do portfólio logístico, com aquisições e contratos que totalizam investimentos superiores a R$ 450 milhões.Entre os ativos direcionados estão galpões localizados em Garuva (SC), Camaçari (BA) e Diadema (SP). A alocação reforça a estratégia logística do portfólio, ao mesmo tempo em que a maior base de capital e a visibilidade obtida com a inclusão em índices sustentam o aumento do giro no mercado secundário.Com recordes mensais, picos diários inéditos e média diária superior à de maio, junho marca um ponto de inflexão para a liquidez do fundo. A combinação entre a 11ª emissão, o acompanhamento por índices globais e a expansão do portfólio ajuda a explicar o avanço observado nas últimas semanas.