RBRR11 supera mês anterior no resultado e divulga dividendo; confira

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RBRR11 supera mês anterior no resultado e divulga dividendo; confiraO fundo imobiliário RBRR11 encerrou maio com resultado distribuível de R$ 17,088 milhões, ligeiramente acima do observado em abril. O montante reflete receita de R$ 11,198 milhões e ajuste para distribuição de R$ 7,248 milhões (MTM), descontadas despesas de R$ 1,21 milhão.Por cota, o resultado distribuível foi de R$ 1,05. Esse valor já embute um efeito extraordinário negativo de R$ 0,04 por cota, decorrente das vendas de CRIs no mês. Os rendimentos pagos em junho tiveram como base esse desempenho.A gestão anunciou a distribuição de R$ 0,95 por cota, com pagamento em 17 de junho. Como o resultado por cota superou o que foi repassado, a reserva acumulada avançou de R$ 0,31 por cota em abril para R$ 0,41 por cota no fim de maio. Nos 12 meses anteriores, a distribuição média foi de R$ 0,83 por cota.O dividend yield anualizado ao final de maio ficou em 12,2% sobre a cota patrimonial e 13,5% sobre a cota de mercado. A carteira terminou o mês com 99,5% do patrimônio líquido alocado em ativos-alvo.Resultados e rendimentos do RBRR11A alocação concentrou 97,0% do patrimônio em CRIs e operações estruturadas, com rentabilidade média ponderada de 15,4% ao ano (IPCA + 9,3% ao ano), prazo médio de 4,0 anos e spread médio de 1,2% ao ano. Os 2,5% restantes ficaram em FIIs.No mês, a gestão encerrou integralmente a exposição em compromissadas reversas. O ajuste reduziu despesas financeiras, contribuiu para o resultado e deixou caixa remanescente de 0,5% do patrimônio líquido.A carteira de crédito somava 101 CRIs e operações estruturadas, sendo 99% indexados ao IPCA (IPCA + 9,3% ao ano) e 1% ao IGP-M (IGP-M + 9,1% ao ano). Na carteira de CRIs, o setor residencial tem o maior peso, com 42,9%, seguido por logístico (33,9%) e escritório (21,7%). Loteamento, infraestrutura, saúde e energia compõem os demais segmentos, com participações menores. Por região, São Paulo respondeu por 67% das operações.Portfólio e movimentações do RBRR11Durante maio, a gestão reduziu posições no CRI Pátio Malzoni (R$ 15 milhões) e no CRI Bem Brasil (R$ 1 milhão), gerando prejuízo consolidado de R$ 0,06 por cota. Também houve corte de R$ 1 milhão na alocação do FII FLCR11.Além disso, foram vendidas integralmente as posições no CRI MK IPCA e no CRI AG7, somando R$ 14,6 milhões. Essas operações resultaram em lucro de R$ 0,02 por cota e forneceram o caixa necessário ao encerramento das compromissadas.No mercado secundário, a cota avançou 2,0% em maio, desempenho superior ao IFIX (-1,3%) e ao CDI bruto (1,1%). No acumulado do ano, a valorização é de 0,9%. Desde a estreia, em maio de 2018, o retorno acumulado é de 98,1%, ou 8,9% ao ano, próximo ao CDI bruto (101,6% e 9,2% ao ano) e acima do IFIX (66,7% e 6,6% ao ano) no mesmo período.O fundo mantém investimento oportunista em FIIs e fechou maio com quatro posições que somam 2,5% do patrimônio líquido: RPRI11 (1,4%), GAME11 (0,7%), NCRI11 (0,3%) e FLCR11 (0,1%). Essa fatia vem recuando desde junho de 2025, quando representava 5,0% do patrimônio líquido.