A venda de bebidas alcoólicas volta a acontecer na Copa do Mundo deste ano, nos Estados Unidos, México e Canadá, ao contrário do Mundial de 2022. Naquela ocasião, no Catar, o pedido de proibição teria partido do sheik Jassim bin Hamad bin Khalifa al-Than, irmão do emir governante do país-sede e a realeza mais ativa no planejamento do torneio, que vetou a comercialização em público - em bares, restaurantes e hotéis, no entanto, estava autorizado.Leia mais em: https://exame.com/esporte/venda-de-bebidas-alcoolicas-na-copa-projecao-e-de-568-milhoes-de-litros-a-mais-no-consumo-global/