Aos 55 anos, mulher encontra boneco parecido com filho e deixa carreira para criar bebês reborn; agora, ela ganha mais de R$ 10 mil por mês

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Navegando pela internet sem qualquer objetivo específico, a então gerente de contratos de seguros Sylvie Bedra, 55 anos, deparou-se com um anúncio de bonecas hiper-realistas que mudaria sua carreira para sempre.Encantada com uma peça parecida com seu próprio filho, a francesa comprou o item, mas a frustração com o acabamento final a levou a repintar o produto por conta própria.O sucesso daquela primeira experiência fez com que a artesã estudasse técnicas avançadas durante um ano até transformar o passatempo em uma profissão lucrativa e cheia de detalhes. Leia Mais Vídeo: criança de 3 anos sai sozinha de creche e anda em avenida em SC Com 3,2 kg e 50 cm: a recém-nascida que fez história em 1984 como a 1ª bebê de proveta do Brasil Calor extremo é risco para gestantes, avaliam profissionais da saúde Os bastidores da produção de bebês rebornCom cerca de 400 peças exclusivas no currículo, o processo artesanal de Sylvie exige precisão absoluta para alcançar o hiper-realismo desejado pelos colecionadores.Cada criação utiliza kits de vinil, olhos de vidro soprado, tinta levada ao forno e fios de cabelo humano ou mohair implantados um a um com agulha.O nível de exigência limita a produção a apenas duas ou três unidades por mês, com cada trabalho levando até duas semanas para ser finalizado.Faturamento e o limite ético do negócioCom peças vendidas entre 500 e 1.500 euros, o trabalho rende a Sylvie um faturamento líquido mensal entre 1.500 e 2.000 euros.Apesar do sucesso comercial com colecionadores adultos, a artesã mantém uma regra inviolável na rotina: ela se recusa categoricamente a aceitar encomendas para reproduzir a imagem de bebês falecidos.Para a especialista, o papel do seu artesanato deve se limitar ao prazer estético e visual, evitando cruzar a fronteira da dor alheia e da reconstituição psicológica.