O Tribunal da Relação de Lisboa determinou a liberação imediata do integrante do grupo criminoso PCC (Primeiro Comando da Capital) detido em Portugal, Ygor Daniel Zago, também conhecido como “Hulk”, após o prazo de prisão preventiva se encerrar nesta quarta-feira (27). A informação foi divulgada pela CNN Portugal. Apesar do pedido de extradição apresentado, a decisão não pode ser executada por estar pendente um pedido de asilo feito pelo detido.O prazo foi encerrado 20 dias após o trânsito em julgado da decisão do Supremo Tribunal de Justiça, que deferiu o pedido de extradição de “Hulk” feito pelo Brasil. Leia Mais PM prevê rearranjo de celas da Papudinha para receber Vorcaro Mendonça vota para manter prisão de primo de Vorcaro; placar está em 1 a 0 Veja como foi o diálogo de negociação do pai do Vorcaro O Tribunal da Relação de Lisboa apontou ainda, conforme apuração da CNN Portugal, que, apesar de a pendência de uma decisão sobre o pedido de asilo suspender o processo de extradição, ela não interrompe a contagem do prazo da prisão preventiva. “Hulk” foi obrigado a entregar o passaporte brasileiro em 48 horas. Além disso, ele está impedido de deixar o país e deverá se apresentar diariamente na delegacia da área onde reside. As autoridades brasileiras haviam solicitado a extradição de Ygor Daniel Zago no fim de novembro do ano passado. O membro do PCC, foi detido em 13 de novembro de 2025 pela Polícia Judiciária, através de um mandado de detenção internacional, emitido pelo Brasil, por crimes de associação criminosa, corrupção e branqueamento de capitais.Caso Deolane: veja a cronologia das prisões da influenciadora e as repercussões | CNN BRASILForagido internacional A Polícia Judiciária prendeu, em novembro de 2025, um brasileiro considerado foragido internacional. O homem, identificado como Ygor Daniel Zago, de 44 anos, foi detido em Lisboa junto da esposa. De acordo com a Polícia Judiciária portuguesa, a apreensão de 30 mil litros de metanol, em 2023, deu início à investigação que resultou na prisão do casal brasileiro. As autoridades portuguesas afirmaram ainda que, durante as investigações, foi descoberta a corrupção de funcionários públicos. *Sob supervisão de Thiago Félix