Cirurgia plástica avança para técnicas menos invasivas, dizem especialistas

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 O Brasil é um dos países líderes em cirurgia plástica no mundo. Tanto em técnicas inovadoras quanto em procura por esse tipo de procedimento. Existem diversas explicações para esse fenômeno, desde nossa cultura até o histórico de grandes profissionais brasileiros nessa área.No programa “Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista”, o cardiologista recebe os especialistas Marcelo Sampaio, cirurgião plástico e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, e a cirurgiã plástica Luciana Pepino, que falaram sobre segurança, novas tecnologias, procedimentos minimamente invasivos e pós-operatório. O programa também abordou os limites da busca estética, a importância de alinhar expectativas e os riscos da dismorfia corporal. Dúvidas do público sobre idade ideal, saúde e indicação cirúrgica também foram respondidas. Leia Mais Empresária morre após 3 cirurgias em hospital em SP; veja os procedimentos Influencer acusa clínica estética de famosos por sequelas pós-cirurgias Existem limites éticos e físicos em procedimentos estéticos, diz cirurgião Mulheres deixam de ser únicas pacientes de cirurgiões plásticosSampaio comentou como, há alguns anos, era comum que homens pedissem para marcar suas consultas no cirurgião plástico no primeiro ou último horário, para não serem vistos em ambientes frequentados majoritariamente por mulheres. Os especialistas reforçam como as lipoaspirações são as cirurgias mais buscadas em ambos os sexos, mas os homens, especificamente, buscam mais pela cirurgia de ginecomastia (retirada de tecido mamário do peito) e a cirurgia das pálpebras, que retira excesso de pele e bolsas de gordura.Além do público masculino, cada vez mais jovens buscam cirurgias e procedimentos. Os motivos variam e vão desde as comparações provocadas pelas redes sociais até mesmo alguma necessidade especial daquele paciente, que pode não ser motivada somente por estética.Cuidados no consultórioOutro debate dos especialistas foi a pressão por atingir um certo padrão de beleza, algo muito provocado pelas redes sociais. Os especialistas comentam sobre como é difícil reconhecer se o desejo de mudar algo na aparência é algo exagerado ou que pode trazer dano ao paciente. Luciana afirma como é uma linha tênue, mas que o bom profissional deve saber quando recusar fazer um procedimento.Sampaio fala também sobre a dismorfia corporal, em que a pessoa se enxerga de forma diferente e não aceita sua própria aparência, buscando resultados inalcançáveis e fazendo inúmeras intervenções.“CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista” será exibido neste sábado, 30 de maio, às 19h30, na CNN Brasil.Relatório: Brasil é o país que mais realiza cirurgia plástica no mundo