Entre janeiro e março deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas produzidas a partir de bens e serviços, cresceu 1,1% na comparação com o quarto trimestre de 2025, gerando R$ 3,3 trilhões. Ao analisar o resultado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou que a economia brasileira voltará a ficar entre as 10 maiores do mundo. O resultado brasileiro foi o sexto melhor desempenho entre 45 das principais economias do mundo, segundo ranking elaborado pela agência classificadora de risco de crédito Austin Rating.O crescimento foi observado nos três principais setores da economia brasileira: Agropecuária (2%), Indústria (1%) e Serviços (0,5%), segmentos com mais de 90% dos CNPJs entre os pequenos negócios, tiveram alta considerável. Responsáveis por mais de 25 milhões de empresas no país e por sete em cada 10 empregos gerados em 2025, os pequenos negócios representam cerca de 27% do PIB e têm um papel fundamental para o crescimento da economia do país.“Quando a economia cresce, o empreendedorismo cresce junto. Hoje temos inflação controlada, aumento da renda e baixo desemprego. Isso cria um ambiente mais favorável para empreender”, afirma o presidente do Sebrae, Rodrigo Soares.“Temos recursos circulando, mais renda, um mercado de consumo aquecido e mais pessoas querendo transformar o sonho de empreender em realidade”Rodrigo Soares, presidente do SebraeEle lembra que, em 2025, foram abertos 5,1 milhões de CNPJs no Brasil. Desses, 4,9 milhões são pequenos negócios e, em 2026, já foram abertos 2 milhões de pequenos negócios até abril. Ao longo dos três primeiros meses do ano, o Brasil registrou mais de 613 mil contratações. Desse total, as micro e pequenas empresas responderam por 54% do total das vagas, enquanto as médias e grandes criaram 220 mil empregos (36%).“As pequenas empresas são responsáveis por boa parte da inclusão e da geração de renda do nosso país. Por isso, sempre trabalhamos para melhorar o ambiente de negócios dos empreendedores brasileiros e para fortalecer o setor, porque, quando os pequenos negócios se fortalecem, a economia do país se fortalece e cresce junto”, ressalta Rodrigo Soares.