De acordo com o ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal) a segunda fase da Operação Carbono Oculto, chamada de “Operação Fluxo Oculto”, deflagrada nesta quinta-feira (28), reforça a “urgência da reestruturação dos sistemas de regulação e fiscalização” do mercado financeiro.“Isso sublinha, mais uma vez, a urgência da reestruturação dos sistemas de regulação e fiscalização, com destaque para a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), mas também se estendendo à atuação de órgãos como o Banco Central, COAF, entre outros”, escreveu em despacho assinado após a União apresentar o “Plano Emergencial de Reestruturação da Atividade Fiscalizatória da Comissão de Valores Mobiliários”. Leia Mais Apoio de Lula foi essencial para fim da 6x1, diz Hugo Motta Advogado de Vorcaro se reaproxima de Mendonça para nova delação Michelle aciona STF contra Janones após ser associada ao caso Master De acordo com o magistrado, as instituições citadas, por mais que não sejam mencionadas como passivas na ação judicial, “compõem o ecossistema de blindagem da ordem econômica e da economia popular”.O ministro ordenou que as partes envolvidas no processo se manifestem sobre os termos do Plano Emergencial proposto pela União em um prazo de 5 dias úteis.“Operação Fluxo Oculto”A operação deflagrada nesta quinta-feira mira um novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) no setor de combustíveis com o envolvimento de fintechs e adulteração de combustível com o uso de nafta.Foram cumpridos 59 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul.Fluxo Oculto e PCC: entenda como funciona uma fintech financeira | LIVE CNN