O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, destacou nesta segunda-feira (25) o pragmatismo do programa do modelo de financiamento misto.A fala foi feitra durante o evento Eco Invest Brasil, que revela os resultados do 4º leilão do programa e e lança oficialmente o 5º certame da iniciativa.Segundo ele, os resultados têm sido muito positivos. Leia Mais Eco Invest: receptividade do investidor externo foi grande, diz Ceron Projetos de carbono estruturados fortalecem bioeconomia na Amazônia Na COP30, Tesouro lançará 4º leilão do Eco Invest em evento com ministros “Movimentamos mais de R$ 140 bilhões e avançamos de forma gradual. A primeira edição consolidou o programa com avanços no mercado de dívida, o segundo consolidou a recuperação de mais de terras degradadas, o terceiro voltado ao [private] equity foi um dos mais importantes para nossa trajetória”, disse ele.Ceron reforçou ainda que a bioeconomia é a última frente de avanço, e que é o acompanhemento ao longo doas anos é essencial.Durante o evento, além dos ministros da Fazenda, Dario Durigan; e do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco; Ceron ficou responsável pela apresentação técnica do 5º leilão do programa. Diretor de sustentabilidade da SLC: futuro é rastreável, sustentável e responsável | CNN AGRO MONEYO leilão do Eco Invest Brasil funciona como uma disputa competitiva entre instituições financeiras para determinar quem consegue atrair o maior volume de capital privado, seja nacional ou estrangeiro, para projetos sustentáveis utilizando o menor montante possível de recursos públicos. Segundo dados oficiais divulgados pelos Ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente, o programa Eco Invest Brasil já havia mobilizado mais de R$ 75 bilhões em investimentos sustentáveis até o lançamento da quarta rodada. Neste ano, se destacaram no evento painéis de empreendedorismo sobre inovação e integração para o desenvolvimento econômico, abordando temas como cadeias de valor estratégicas, integração entre universidades e indústria, e empreendedorismo de base tecnológica e inovação. 85% da indústria brasileira pratica economia circular, aponta CNI