Em uma empresa que carrega 124 anos de história, mudar a cultura interna começa necessariamente pela quebra de paradigmas na linguagem. Quando assumiu o comando da Gerdau, Gustavo Werneck tomou uma decisão tão simbólica quanto profunda: baniu uma palavra que definia o setor há mais de um século. Ele queria afastar o peso do passado para acelerar o passo em direção ao futuro.Leia mais em: https://exame.com/bussola/reputacao-e-previsibilidade-afirma-gustavo-werneck/