CPOF11 atualiza 5ª emissão e mira R$ 200 milhões em captação

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CPOF11 atualiza 5ª emissão e mira R$ 200 milhões em captaçãoO fundo imobiliário CPOF11 (Capitânia Office FII) atualizou os termos de sua quinta emissão de cotas em oferta pública primária, com captação inicial estimada em aproximadamente R$ 200 milhões. Segundo o documento aos investidores, a operação segue as diretrizes da gestora Capitânia Alternatives e foi rerratificada pela administradora BTG Pactual Serviços Financeiros.A oferta prevê a emissão de 1.854.000 novas cotas ao valor unitário de R$ 107,92, totalizando R$ 200.083.680,00, sem considerar a taxa de distribuição primária. O fundo mantém atualmente 4,7 milhões de cotas distribuídas entre 119 cotistas, conforme a última atualização.Houve alterações no cronograma e no valor mínimo da emissão, com registro pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sob rito automático, conforme a Resolução CVM 160. A movimentação ocorre em um momento de gestão ativa e reciclagem patrimonial do portfólio corporativo do CPOF11.Venda do edifício Oscar Freire OfficeRecentemente, o fundo concluiu a venda do edifício Oscar Freire Office, em São Paulo, por R$ 132 milhões. A operação foi classificada pela gestão como parte da estratégia de realocação de capital para novas oportunidades no mercado de escritórios.Este tipo de transação é recorrente entre fundos imobiliários de gestão ativa, que buscam otimizar a composição de ativos. A comercialização de propriedades maduras pode gerar ganho de capital e ampliar a capacidade de reinvestimento em empreendimentos alinhados à tese do fundo.Compra de participação no Lotus TowerAlém disso, o CPOF11 adquiriu participação no Lotus Tower, em Brasília, ampliando sua exposição ao segmento corporativo na capital federal. A região do Setor de Autarquias Norte concentra órgãos públicos e instituições, favorecendo contratos mais longos e ocupação estável, cenário observado também em outros fundos de lajes corporativas.Direitos de preferência foram assegurados aos atuais cotistas, permitindo a manutenção da participação proporcional e mitigando efeitos de diluição. Assim, a nova captação reforça a estratégia do CPOF11 de expansão patrimonial, gestão ativa e readequação do portfólio para capturar oportunidades no mercado corporativo brasileiro em transformação, preservando a disciplina financeira e o foco na eficiência operacional do veículo de investimento em fundo imobiliário.