O conselho de administração da Smart Fit (SMFT3) aprovou programa de recompra de até 13.642.846 ações da companhia, mostra fato relevante enviado ao mercado nesta segunda-feira (25). A aprovação de um programa de recompra pode ter diversas motivações, entre elas a crença pela empresa de que as ações estão baratas, a distribuição de ações aos executivos como bônus sem a emissão de novos papéis e a geração de valor ao acionista.No caso da rede de academias, o objetivo é manter ações em tesouraria e posteriormente realizar o cancelamento ou venda no mercado, com o intuito de gerar valor para os acionistas, mantendo a disciplina da alocação de capital. “Além disso, as ações recompradas e mantidas em tesouraria podem, a critério da administração, ser usadas para cumprir obrigações decorrentes de programas de incentivo de longo prazo com ações restritas ou não, referentes à retenção de executivos”, diz o fato relevante. O programa passa a vigorar já nessa segunda, 25 de maio de 2026, com duração de até 18 meses, ou seja, até 25 de novembro de 2027. A aquisição máxima de até 13.642.846 ações representa até 2,5% das 556.690.345 ações em circulação nesta data. 1T26 da Smart FitA rede de academias registrou lucro líquido recorrente de R$ 207 milhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 47% sobre o mesmo período do ano anterior.A margem líquida subiu 1,3 ponto percentual, para 9,7%. Já o lucro líquido recorrente atingiu R$ 207 milhões, crescimento de 47% na comparação anual.O Ebitda ajustado, por sua vez, atingiu R$ 671,8 milhões no trimestre, alta de 29% na comparação anual, com margem de 32%, avanço de 1 ponto percentual.Já a receita líquida da companhia superou pela primeira vez a marca de R$ 2 bilhões em um trimestre, somando R$ 2,102 bilhões, avanço de 25% em relação ao primeiro trimestre de 2025.