O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo brasileiro irá trabalhar para que a recomendação de imposição de tarifas de 25% às importações brasileiras pelos Estados Unidos não se converta.A fala ocorreu nesta terça-feira (2), após uma reunião de ministros do governo brasileiro para discutir uma reação à recomendação do USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos). Leia Mais Setores da indústria no Brasil alertam para impactos de tarifas de Trump Veja próximos passos e prazos para novo tarifaço dos EUA contra o Brasil Estrangeiros retiram quase R$ 15 bi da B3 em maio; maior saída desde 2022 “Entendemos que é totalmente descabida a recomendação, e o governo do presidente Lula vai trabalhar para que ela não se converta, para que ela não ocorra, É uma recomendação feita pelo USTR, e o caminho, é o caminho do diálogo”, disse o vice-presidente.Além disso, Alckmin disse ainda que as negociações devem envolver também o setor privado, e ressaltou a importância as relações comerciais entre Brasil e EUA.“Vamos sim envolver a iniciativa privada, Amcham, empresas americanas. Nós temos quase quatro mil empresas americanas no Brasil, que investem no país. Temos um comércio exterior importante, os EUA são o terceiro maior comprador e o terceiro maior vendedor para nós, então ele é importante. Então todo o setor privado, vamos unir todo mundo, união do país da defesa da soberania nacional, e no interesse do povo brasileiro”, disse.