The Witcher 4 terá equipe muito maior que a de The Witcher 3

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Novo jogo da franquia já reúne mais de 500 desenvolvedoresThe Witcher 4 ainda não tem data de lançamento, mas um novo detalhe deixou claro o tamanho da aposta da CD Projekt RED no próximo capítulo da franquia.Segundo uma atualização recente ligada ao relatório financeiro da empresa, o novo RPG já conta com 513 desenvolvedores trabalhando diretamente no projeto. Para comparação, The Witcher 3: Wild Hunt foi desenvolvido por uma equipe bem menor, o que reforça a expectativa de que o próximo jogo seja uma das maiores produções da história do estúdio.Novo jogo deve ser enormeA quantidade de profissionais envolvidos em The Witcher 4 sugere uma produção de escala gigantesca.O jogo será o início de uma nova fase da franquia, agora com Ciri assumindo o papel de protagonista. A CD Projekt RED já havia indicado que o projeto dará início a uma nova trilogia, então faz sentido que o estúdio esteja investindo pesado desde o primeiro capítulo.A troca para a Unreal Engine 5 também deve permitir um mundo mais detalhado, com novas possibilidades visuais, sistemas mais complexos e uma estrutura de mundo aberto ainda mais ambiciosa.Expansão de The Witcher 3 vem antesAntes de The Witcher 4, os fãs ainda terão um retorno inesperado a The Witcher 3: Wild Hunt.A CD Projekt RED anunciou Songs of the Past, terceira expansão do RPG lançado originalmente em 2015. A nova aventura colocará os jogadores novamente no papel de Geralt de Rívia e será lançada em 2027 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.O conteúdo está sendo desenvolvido em parceria com a Fool’s Theory, estúdio formado por veteranos da indústria e com profissionais que trabalharam no próprio The Witcher 3.Songs of the Past pode preparar terrenoAinda não há muitos detalhes sobre a história de Songs of the Past, mas a expansão pode ajudar a fazer uma transição mais natural entre o legado de Geralt e o protagonismo de Ciri em The Witcher 4.Como o novo jogo colocará Ciri no centro da franquia, faz sentido imaginar que a expansão possa revisitar temas, personagens e consequências importantes da história anterior.A CD Projekt RED promete revelar mais detalhes sobre o conteúdo nos próximos meses.Sem grandes expansões para The Witcher 4?Outro detalhe comentado pelos fãs é que The Witcher 4 pode não seguir exatamente o mesmo modelo de expansões de The Witcher 3.O terceiro jogo recebeu conteúdos enormes como Hearts of Stone e Blood and Wine, que são lembrados até hoje como algumas das melhores expansões já feitas em um RPG.Mas, com a CD Projekt RED planejando uma nova trilogia em um período mais compacto, é possível que o foco esteja em entregar jogos principais maiores e mais frequentes, em vez de grandes expansões entre eles.Lançamento ainda deve demorarApesar do tamanho da equipe, The Witcher 4 ainda parece distante.A CD Projekt RED não anunciou uma data oficial para o jogo, e a chegada de Songs of the Past em 2027 indica que o próximo capítulo principal da franquia pode ficar para depois disso.Mesmo assim, a escala da produção mostra que o estúdio já está totalmente comprometido com o futuro de The Witcher.Franquia entra em nova eraDepois do sucesso gigantesco de The Witcher 3, a pressão sobre o quarto jogo é enorme.A nova aventura precisa respeitar o legado de Geralt, justificar Ciri como protagonista e apresentar um mundo aberto capaz de impressionar uma geração de jogadores acostumada a RPGs cada vez maiores.Com mais de 500 desenvolvedores envolvidos, The Witcher 4 já nasce como uma das produções mais ambiciosas da CD Projekt RED.Para os fãs, a mensagem parece clara: a vida social pode mesmo ficar em risco quando esse jogo finalmente chegar.The Witcher 4 ainda não tem data de lançamento confirmada.Veja:Prepare-se para explorar as melhores aventuras dos videogames da atualidadeOs melhores RPGs de mundo aberto são aqueles dos quais a gente nunca vai embora de verdade. Quando um jogo te convence a mergulhar de cabeça e praticamente "morar" dentro daquele universo, a emoção de descobrir cada cantinho do mapa só perde para a promessa de tudo o que ainda está por vir.Todo fã de carteirinha tem pelo menos um mapa gigantesco que consegue atravessar de olhos vendados, certo? Se você já tem o seu, é bem provável que ele apareça por aqui. Mas se você está procurando uma folha em branco para gastar centenas de horas em plataformas modernas, sorte a sua! Nós ranqueamos os 10 melhores RPGs de mundo aberto para você jogar em 2026. Bora escolher sua próxima vida digital?Old School RuneScape (2013)A Vibe: Muito melhor com os amigosEsse é o único RPG multiplayer da nossa lista, e o motivo é muito justo. Ao longo dos anos, Old School RuneScape abraçou uma ambição impressionante, indo muito além da sua proposta inicial de apenas resgatar os dias de glória dos MMORPGs. Explorar a terra fantástica de Gielinor nunca foi tão bom!Com uma infinidade de habilidades para treinar, você dita as regras: quer passar o dia lutando contra chefões ou apenas evoluir sua técnica de pesca em paz? De quebra, a profundidade das missões bate de frente com muita campanha de jogo single-player por aí. Se der uma chance, em poucas horas você vai descobrir se é o seu estilo... e que Deus tenha piedade da sua produtividade se for!Xenoblade Chronicles X (2015)A Vibe: Pra dar aquela relaxadaSe os jogos atuais estão provando que os fãs anseiam por robôs gigantes em seus RPGs, Xenoblade Chronicles X já fazia isso muito antes de virar moda. Enquanto muitos jogos sofrem para equilibrar a urgência de suas histórias com um mapa gigantesco, aqui a grande sacada é justamente ser largado à própria sorte.Com um sistema de combate intrincado, um cenário pós-apocalíptico fascinante e uma recém-lançada edição definitiva para o Switch e Switch 2, este é o "buraco negro" de tempo perfeito tanto para fãs das antigas quanto para quem está chegando agora.Final Fantasy 12 (2006)A Vibe: Foco total na históriaEsse é um daqueles casos raríssimos de um RPG que fica ainda melhor a cada vez que você joga. Quando o ladrão de rua Vaan se envolve em um assalto que dá completamente errado, ele é puxado para uma missão épica ao redor do globo para salvar o pequeno reino de Dalmasca, que está prestes a virar poeira na guerra entre os impérios de Archadia e Rozarria.O fantástico e inovador sistema de Gambit adiciona uma camada de estratégia automatizada aos combates, enquanto as caçadas a chefões e masmorras secretas fazem valer cada passo no continente devastado de Ivalice. Uma aventura clássica baseada em grupo, mas com um sabor único.Dragon's Dogma 2 (2024)Um RPG de ação visceral, físico e extremamente responsivo. Dragon's Dogma 2 implora para que você suje as mãos em seu mundo só para ver o que acontece. Você pode agarrar e arremessar quase qualquer coisa (sim, desde goblins até os seus próprios parceiros de equipe, os "Peões").A viagem rápida aqui é um luxo limitado a carroças ou pedras de teletransporte caríssimas, o que gera histórias fantásticas de sobrevivência. Imagine subestimar o tamanho do mapa, se perder à noite na selva, ser caçado por esqueletos sem ter suprimentos e só escapar porque você cortou a corda de uma ponte (que ficará destruída até um NPC consertar). É o supra-sumo da imersão!The Elder Scrolls 4: Oblivion Remastered (2025)A Vibe: Pra dar aquela relaxadaMesmo que a Bethesda não tivesse nos surpreendido com essa belezinha remasterizada, Oblivion estaria nesta lista. A província de Cyrodiil continua tão mágica quanto na sua estreia lá em 2006, mas adições pontuais e espertas do remaster (como a capacidade de correr e um nivelamento melhorado) deixaram o jogo super acessível.A grande coroa de Oblivion está nas suas missões secundárias, que humilham o sucessor Skyrim no quesito criatividade. Quer ser o assassino em um mistério no estilo do jogo "Detetive" com a Irmandade Sombria? Ou planejar o maior roubo da história da Guilda dos Ladrões? Entre ser sequestrado por piratas, caçado por ricaços por esporte e até perseguido por um unicórnio assassino, Cyrodiil é um parque de diversões caótico e perfeito.Cyberpunk 2077 (2020)A Vibe: Jogatina rápida e intensaNight City é um pesadelo capitalista onde a famosa "mão invisível do mercado" só serve para cortar a garganta de desavisados. Mas é também a cidade dos sonhos: onde lendas nunca morrem. Na pele do(a) mercenário(a) V, você cumpre contratos para bancar modificações corporais, ajuda cidadãos e molda o seu legado.Sendo um RPG voltado para a ação, a escolha é sua: vai fatiar inimigos como um samurai de rua cibernético, atirar para todo lado ou hackear sistemas pelas sombras? Misture isso a um elenco de peso (com Keanu Reeves e Idris Elba) e à escrita genial da CD Projekt Red, e você tem um clássico moderno da ficção científica.Fallout: New Vegas (2010)A Vibe: Jogatina rápida e intensaExistem dois tipos de pessoas no mundo: as que jogaram New Vegas e as que vão jogar New Vegas. A obra-prima pós-apocalíptica da Obsidian é um faroeste nuclear onde você é um mensageiro que sobreviveu a um tiro na cabeça e decide buscar vingança no meio de uma guerra de facções pelo controle da Represa Hoover e de New Vegas.Com um roteiro genial que te permite escolher lados (ou jogar com todos eles) e um arsenal invejável, esse é o RPG definitivo para muita gente. Vale destacar também a absurda sequência de expansões: são quatro aventuras de DLC fantásticas além do Deserto de Mojave, que se conectam em uma história maior de cair o queixo.Elden Ring (2022)A Vibe: Foco total na históriaAs Terras Intermédias oferecem uma verdadeira aula de level design em mundo aberto. Ao contrário dos cenários claustrofóbicos de Dark Souls ou Bloodborne, o que reina aqui é a liberdade. Os chefões absurdamente difíceis, com a assinatura da FromSoftware, continuam lá, mas com uma vantagem: se o bicho estiver pegando, basta dar meia-volta, explorar outras áreas, ficar "bombado" e voltar para a revanche.Você pode passar mais de 130 horas no jogo e não ver tudo. O visual deslumbrante e a abordagem que não pega o jogador pela mão criam uma jornada enganosamente relaxante, enquanto a expansão Shadow of the Erdtree traz aquele desafio tradicional que a gente tanto ama odiar.Kingdom Come: Deliverance 2 (2025)A Vibe: Foco total na históriaEsqueça a síndrome de "O Escolhido". Esse jogo se recusa a curvar o mundo às suas vontades e foge da gratificação instantânea. Em vez de ser uma figura divina, o jogo te joga na Boêmia do século 15 na pele de Henry, um nobre bastardo e falido.Seu trabalho? Manter Henry alimentado, vestido e com um teto sobre a cabeça — de preferência, sem ser empalado por bandidos na estrada. Amarre seus ferimentos, jogue dados nas tavernas, faça poções e, eventualmente, lute pelo seu lugar em grandes cercos e batalhas colossais. Uma experiência medieval nua, crua e sensacional.The Witcher 3: Wild Hunt (2015)A Vibe: Foco total na históriaNossa medalha de ouro recentemente apagou as velinhas de 10 anos e continua sendo um dos RPGs mais influentes do século. Transbordando missões secundárias que mexem com a nossa cabeça e paisagens de tirar o fôlego, não existe jogo melhor para simplesmente chamar o seu cavalo (o lendário Carpeado) e cavalgar sem rumo pelo Continente.No controle de Geralt, um mutante caçador de monstros de aluguel, você é forçado a tomar decisões moralmente cinzentas que vão martelar na sua cabeça muito depois que os créditos subirem. Ajude pessoas, cace feras e, claro, perca dezenas de horas jogando Gwent. O rei ainda não perdeu a majestade!