Uma obra que reúne onze vozes convidadas e a interpretação artística de Diogo Muñoz, numa reflexão sobre a democracia, a liberdade, a identidade nacional e a coragem de construir o futuro. E se o nosso maior Adamastor fosse o medo de voltar a sonhar?Partindo de uma releitura contemporânea de “Os Lusíadas”, de Luís de Camões, o autor propõe uma reflexão sobre as contradições de um país que outrora transformou a sua pequenez geográfica numa extraordinária ambição universal, mas que parece ter perdido, ao longo do tempo, parte da inquietação, da coragem e da capacidade de se reinventar.É a partir desta provocação que Miguel de Sousa Major, gestor, consultor e escritor, apresenta o seu mais recente livro, “A Epopeia Interrompida. Um país que se perdeu no próprio canto”.Os direitos de autor da obra revertem a favor da Santa Casa da Misericórdia de Cascais, instituição à qual Miguel de Sousa Major está ligado, reforçando a convicção de que a reflexão intelectual e a responsabilidade social devem caminhar lado a lado.O conteúdo A Epopeia Interrompida – Miguel Sousa Major aparece primeiro em Revista Líder.