Médico e servidora são acusados de aplicação ilegal de remédio emagrecedor

Wait 5 sec.

Um médico e uma servidora pública foram afastados dos cargos em que atuavam após uma denúncia do MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), que apontou que a dupla vendia e aplicava ilegalmente o medicamento Mounjaro, usado para emagrecimento, na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Patrícia Marinho, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.Na tarde desta quinta-feira (14), o Ministério Público do estado cumpriu três mandados de busca e apreensão na unidade de atendimento médico e em endereços vinculados aos denunciados.Segundo o MP, as investigações começaram após uma denúncia anônima sobre a venda irregular do medicamento dentro da unidade de saúde do município.Veja vídeo:https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/05/WhatsApp-Video-2026-05-14-at-17.04.27.mp4Durante as apurações, as autoridades confirmaram que os pacientes eram orientados a realizarem o suposto tratamento e que a substância era aplicada ilegalmente — mediante pagamento de R$ 150,00, em dinheiro ou por Pix — durante o horário de funcionamento da UPA. Leia Mais Polícia faz ação contra venda clandestina de canetas emagrecedoras no Rio Homem é preso contrabandeando caneta emagrecedora em garrafa térmica em SC Enfermeira influencer é presa por venda ilegal de medicamentos no Rio RJ: Operação mira venda ilegal de medicamentos emagrecedores | CNN NOVO DIAO MP aponta ainda que o produto era armazenado em ampolas, administrado por meio de seringas e não possuía identificação de origem, registro sanitário ou autorização das autoridades reguladoras.De acordo com a denúncia, a servidora pública fazia o atendimento inicial e intermediava os contatos, enquanto o médico era o responsável pelas consultas e aplicações da substância, sem a realização de exames prévios ou a adoção de protocolos médicos considerados adequados.