O Banco do Brasil (BBAS3) ainda apresentou efeitos de risco de crédito agravado no primeiro trimestre de 2026, mas a geração de negócios segue ganhando tração, segundo afirmou o CFO da companhia, Geovanne Tobias. O executivo admitiu que o lucro no período veio aquém do esperado pelo banco, mas que agora estaria “tudo azeitado” e o momento seria de geração de negócios.Mesmo com pontos de pressão ainda presentes no crédito do agro, o banco descarta deixar reduzir a exposição ao setor e a administração já afirmou isso em mais de uma ocasião. “Banco do Brasil permanecerá ao lado dos produtores rurais”, afirmou o CFO. Além das dificuldades de produtores, Tobias também falou incertezas e desafios causados pelo ambiente geopolítico como impactos para os resultados do banco e para a revisão das projeções corporativas para 2026.“Hoje existem muito mais incertezas e mais desafios do que quando começamos o ano. O ambiente político impactou o cenário macroeconômico”, afirmou. O BB divulgou seus dados do primeiro trimestre de 2026, com números fracos como esperado por analistas. Entre as divulgações da noite desta quarta-feira (13), o relatório sobre o guidance, com ajustes em linhas como lucro líquido e custo de crédito, trouxe ainda maior cautela para o mercado. Matéria em atualizaçãoThe post BB (BBAS3): resultado do 1º tri ainda reflete risco de crédito agravado, diz CFO appeared first on InfoMoney.