Brasil expõe adoção de inteligência artificial para rastrear criptomoedas na capital americana

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A Polícia Federal (PF) representou o Brasil em um fórum sobre táticas contra a lavagem de capitais. O evento ocorreu na terça-feira (28) e na quarta-feira (29) do mês de abril na capital dos Estados Unidos, embora a participação brasileira só tenha sido divulgada na terça-feira (12).O encontro fez parte das agendas do Grupo de Especialistas para o Controle da Lavagem de Ativos (GELAVEX). Este agrupamento internacional integra as estruturas orgânicas da Organização dos Estados Americanos (OEA).A comitiva do país contou com a presença do adido policial Eduardo Navajas e do adjunto Leandro Augusto. Uma oficial de ligação chamada Luciana Paiva e o presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) Ricardo Saadi completaram a bancada.Tecnologia blockchain entra no debate de combate ao crimeO diálogo principal focou na união das instituições estatais para conter as fraudes nos ambientes digitais. Os participantes abordaram o uso de programas computacionais para aprofundar as investigações financeiras de rotina.Navajas ressaltou a adoção da tecnologia blockchain no rastreio minucioso de fundos associados a esquemas transnacionais. Tal emprego de protocolos baseados em inteligência artificial ajuda a descobrir o caminho dos recursos desviados das contas.Por sua vez, Augusto defendeu a necessidade de uma atuação conjunta entre os diversos órgãos de fiscalização estatal. As autoridades das polícias e das aduanas devem atuar em sintonia contínua com os integrantes do Ministério Público.Saadi relatou a vivência prática do modelo brasileiro através das Unidades de Inteligência Financeira (UIFs). O chefe da divisão governamental cobrou uma melhora efetiva nos laços de cooperação para as apurações judiciais em zonas de fronteira.Rastreamento de criptomoedas exige cooperação entre países vizinhosAs nações parceiras citaram a corporação brasileira com inúmeras menções positivas no decorrer das rodadas de conversa técnica e a entidade policial desponta no cenário americano com uma atuação técnica na repressão das gangues em esquemas complexos.Paiva ilustrou os resultados gerados em ações de sequestro de criptomoedas dentro do território nacional. Os infratores utilizam os criptoativos na tentativa de ocultar a origem dos lucros em atividades fora da lei.Algumas autoridades em solo americano discutiram os trâmites legais para a alienação antecipada dos bens confiscados. O Brasil apresentou recursos ágeis de recuperação patrimonial elaborados para secar as fontes de custeio financeiro das quadrilhas atuantes.A união de painéis de dados fiscais com os relatórios das delegacias acelera a identificação dos suspeitos. Essa atual administração tributária dispõe de recursos tecnológicos para cruzar as informações monetárias dos investigados em um espaço curto de tempo.Investigação financeira aprimora bloqueios de fundos em contasDesta forma, as lideranças federais buscam adaptar as medidas de rastreio aos moldes mais modernos de transação. O ecossistema de remessas sem fronteiras exige uma proteção reforçada por parte dos agentes nos ambientes da internet profunda.A viagem ao solo estadunidense reforça a capacidade de liderança policial das tropas nacionais na América Latina. Um intercâmbio de soluções táticas garante o preparo adequado aos servidores engajados nas trincheiras contra grupos articulados.Além disso, as diretrizes firmadas no evento devem guiar os rumos das próximas ofensivas nos meses vindouros, visto que tal compartilhamento de informações cadastrais serve para asfixiar as empresas de fachada usadas na lavagem de dólares.Fonte: Brasil expõe adoção de inteligência artificial para rastrear criptomoedas na capital americanaVeja mais notícias sobre Bitcoin. Siga o Livecoins no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.