O ouro fechou a sessão desta quinta-feira (21) em leve alta com os relatos de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã. Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou com alta de 0,16%, a US$ 4.542,50 por onça-troy. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "XAUUSD", "XAUUSD" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "d3cb8e7"} ); Já a prata para julho subiu 0,72%, a US$ 76,732 por onça-troy.O que impulsionou o ouro?O ouro inverteu o O metal dourado devolveu as perdas, inverteu sinal e passou a subir próximo a estabilidade nos últimos minutos da sessão, após o Al Arabiya publicar que Washington e Teerã chegaram a um acordo mediado pelo Paquistão. O tratado prevê um cessar-fogo “imediato e abrangente”, além da liberação completa do Estreito de Ormuz. A notícia fez com que o petróleo arrefecesse os ganhos e os rendimentos dos títulos longos do Treasuries caíssem.Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que vai receber o urânio enriquecido iraniano e que “provavelmente” irá destruí-lo. O destino do material, um dos principais pontos de tensão no conflito, também foi alvo de especulação pela imprensa global durante a manhã. Para o TD Securities, as manchetes divergentes sobre a guerra movimentam as commodities, gerando uma “volatilidade acentuada no posicionamento do ouro”.Em meio ao cenário, o mercado aposta em alta dos juros dos Estados Unidos ainda em dezembro de 2026, segundo a ferramenta de monitoramento CME Group. Publicada ontem, a minuta da última decisão de política monetária do país – em abril – também trouxe um tom sinalizando que o Fed pode, em breve, abandonara “postura de flexibilização monetária”, segundo a Capital Economics.*Com informações de Estadão Conteúdo