Quase um terço da renda das famílias no Brasil está comprometido com o pagamento de dívidas, de acordo com um levantamento realizado pela Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FEComércio).Este cenário, que se mantém desde 2023, evidencia o alto nível de endividamento da população. Algumas capitais apresentam índices ainda mais alarmantes, como Teresina, onde 42,4% da renda é destinada a dívidas, seguida por Natal com 35,6% e Macapá com 35,5%.O aumento do número de famílias endividadas é um reflexo direto das dificuldades econômicas enfrentadas no país. Em 2023, 78% das famílias estavam endividadas, e esse número subiu para 80% em 2026.Além disso, a inadimplência, que se refere a dívidas atrasadas, também cresceu significativamente, passando de 50% em 2023 para 65% em 2026. Este aumento na inadimplência indica que muitas famílias não conseguem cumprir seus compromissos financeiros no prazo, agravando ainda mais a situação econômica.Em resposta a essa situação, o governo federal lançou o programa Desenrola 2.0. Este programa tem como objetivo oferecer uma solução para as famílias endividadas, permitindo a renegociação de dívidas como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.Além disso, o programa possibilita o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a quitação de contas, proporcionando um alívio financeiro para muitas famílias.O Desenrola 2.0 também abrange dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), oferecendo uma oportunidade para que os brasileiros possam reorganizar suas finanças e reduzir o impacto do endividamento em suas vidas.Veja a reportagem completa:*Reportagem produzida com auxílio de IA