Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (14/05) com alta de 0,87%, aos 179.105 pontos, em movimento de recuperação após as fortes baixas recentes. O mini-índice acompanhou a recuperação do Ibovespa após o forte estresse político da sessão anterior, em um pregão marcado pela melhora do humor externo. O avanço das conversas entre Donald Trump e Xi Jinping trouxe alívio aos mercados globais, impulsionando as bolsas em Wall Street e favorecendo ativos de risco. Ainda assim, as tensões no Oriente Médio seguem no radar, enquanto o petróleo voltou a subir após a queda recente.No Brasil, o índice encontrou suporte principalmente na alta dos bancos e da Petrobras (PETR4), enquanto Vale (VALE3) limitou ganhos mais fortes ao encerrar em queda. O mercado também repercutiu a temporada de balanços corporativos, com destaque para Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4) e B3 (B3SA3). Para o trader de mini-índice, o cenário segue marcado por elevada volatilidade, com atenção voltada ao fluxo local, ao ambiente político e aos dados econômicos no Brasil e nos EUA.Análise do gráfico de 15 minutosNo gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice conseguiu reagir na última sessão, fechando em alta e tentando aliviar parte da pressão vendedora recente. O ativo encerrou o dia negociando entre as médias de 9 e 21 períodos, o que sugere um cenário ainda indefinido no curtíssimo prazo.Para continuidade do movimento de alta, será necessário superar a resistência em 180.815/181.550. Rompendo essa faixa, o índice pode buscar 182.220/182.740, com alvo mais longo em 183.185/184.090.Por outro lado, a retomada da pressão vendedora dependerá da perda do suporte em 180.385/180.100. Caso isso aconteça, o ativo tende a buscar 179.700/178.790, com projeção mais longa em 178.425/178.080.No gráfico diário, observo que a alta recente ainda se configura mais como um movimento corretivo dentro de uma tendência principal de baixa. O índice segue negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, preservando a estrutura negativa no curto prazo.O IFR (14), em 33,76, segue próximo da região de sobrevenda, enquanto o afastamento das médias e o movimento mais esticado de baixa favorecem repiques técnicos adicionais. Ainda assim, o fluxo predominante continua vendedor.Para uma recuperação mais consistente, será necessário superar a região de 184.090/188.255/192.600, mirando inicialmente 195.430/197.040. Já a perda de 178.790/176.630 pode reacelerar o movimento de queda, com próximos suportes em 171.780/170.470.Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo PazSaiba mais:Gráfico de Renko reduz subjetividade e facilita a leitura do trade, diz Júnior ViannaComo a estatística ajuda o trader a ganhar confiança no mercadoDay trade não dá dinheiro? Trader explica por que vê o mercado assimWINM26: Gráfico de 60 minutosNo gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice apresentou recuperação na última sessão, mas ainda segue negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, mantendo o cenário técnico fragilizado.Para continuidade do repique comprador, será necessário superar a resistência em 181.550/183.185. Caso rompa essa faixa, o índice pode buscar 184.090/184.965, com projeções mais longas em 185.915/188.255.Por outro lado, a perda do suporte em 180.385/178.790 pode devolver o ativo ao fluxo vendedor, abrindo espaço para novas quedas em direção a 178.425/176.630. Em um cenário mais negativo, os próximos alvos aparecem em 175.100/174.195.Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz(Rodrigo Paz é analista técnico)Guias de análise técnica:O que é uma linha de tendência na análise gráfica?O que são médias móveis e como usá-la para estratégia de TradeIFR: O que é o índice de força relativa?Bandas de Bollinger: como usar e interpretar?Como o MACD pode identificar e interpretar tendências do mercado?Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. The post Mini-índice (WINM26): repique pode ganhar força, mas tendência ainda inspira cautela appeared first on InfoMoney.