Bradesco se prepara para fazer custódia de criptomoedas e stablecoins

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O Bradesco está se preparando para atuar no mercado de custódia de ativos digitais, incluindo criptomoedas e stablecoins. A informação foi dada nesta quinta-feira (14) por Renata Petrovic, responsável pelo head de inovação do banco, durante o evento de lançamento da Blockchain Rio 2026.Segundo a executiva, o Bradesco vem estruturando internamente uma área dedicada a digital assets e já conta com um parceiro para avançar no negócio de custódia. A iniciativa, de acordo com ela, deve ter uma abordagem ampla, voltada não apenas a criptomoedas, mas a “todo o espectro” de ativos digitais.“Estamos nos preparando para ter o business da custódia de ativos digitais, já temos um parceiro que vai trabalhar com a gente, uma custódia ampla para todos os ativos, tanto tokens, como cripto, como stablecoins”, afirmou Renata.A fala indica um novo passo do Bradesco em sua aproximação com o setor cripto. Renata destacou que, como uma instituição financeira regulada, o banco optou por avançar em um ritmo alinhado ao desenvolvimento da regulação, sem se antecipar demais, mas também sem ficar para trás. “A gente não se antecipou, mas também não se atrasou. A gente vem se preparando há muito tempo para esse momento de entrada no mercado”, disse.A executiva também afirmou que o Bradesco já tem uma estrutura interna de digital assets organizada, com uma liderança responsável por coordenar essa frente dentro do banco. A criação desse domínio reforça o movimento de grandes instituições financeiras tradicionais em direção a serviços ligados a ativos digitais, em um momento em que o mercado brasileiro aguarda a consolidação das regras para prestadores de serviços de ativos virtuais.Além da custódia, Renata citou outras iniciativas do Bradesco envolvendo blockchain, tokenização e stablecoins. Uma delas é um piloto de tokenização de identidade baseado em credenciais de clientes, com o objetivo de facilitar jornadas como processos de KYC e compras online. Segundo ela, a instituição também testou o uso de stablecoins em transações de comércio exterior, em uma operação híbrida que combinou métodos on-chain e off-chain.A experiência, segundo Renata, mostrou ganhos de eficiência em fluxos internacionais. Ela afirmou ainda que o Bradesco contratou a Chainalysis para apoiar controles de rastreabilidade e KYC, além de estudar soluções ligadas à Travel Rule, regra que exige identificação e rastreamento de informações em determinadas transações com ativos digitais.Ouro e dólar digital com até 5% de cashback em bitcoin! Combine a proteção dos ativos mais estáveis do mercado com o potencial da cripto n°1 do mundo. Abra sua conta no MB!O post Bradesco se prepara para fazer custódia de criptomoedas e stablecoins apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.