Porta-aviões dos EUA chega ao Caribe e aumenta tensão de ação contra Cuba

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Um porta-aviões dos Estados Unidos chegou ao Caribe, em meio às tensões crescentes com Cuba, segundo um anúncio das Forças Armadas americanas nesta quarta-feira (20).O grupo de ataque inclui o porta-aviões USS Nimitz, seu grupo aéreo embarcado e pelo menos um destróier de mísseis guiados.“O porta-aviões USS Nimitz, o grupo aéreo embarcado CVW-17, o USS Gridley e o USNS Patuxent são o epítome de prontidão e presença, alcance e letalidade incomparáveis ​​e vantagem estratégica”, disse o Comando Sul dos EUA em uma publicação nas redes sociais. Leia Mais: Presidente de Cuba chama acusação de Raúl Castro de manobra política Quem é Raúl Castro, ex-presidente de Cuba acusado criminalmente nos EUA Rubio acusa regime de Cuba de enriquecer às custas do povo e oferece ajuda “O USS Nimitz provou sua capacidade de combate em todo o mundo, garantindo a estabilidade e defendendo a democracia do Estreito de Taiwan ao Golfo Pérsico”, adicionou.O porta-aviões consegue transportar mais de 60 aeronaves de combate. Além disso, tem um avançado sistema de armas, comando, comunicações e inteligência.Welcome to the Caribbean, Nimitz Carrier Strike Group!The aircraft carrier USS Nimitz (CVN 68), the embarked Carrier Air Wing 17 (CVW-17), USS Gridley (DDG 101) and USNS Patuxent (T-AO 201) are the epitome of readiness and presence, unmatched reach and lethality, and strategic… pic.twitter.com/83mfzSIKzd— U.S. Southern Command (@Southcom) May 20, 2026A publicação é feita no mesmo dia em que o governo de Donald Trump revelou acusações criminais contra o ex-presidente cubano Raúl Castro.A CNN noticiou anteriormente que autoridades cubanas viam a acusação como uma preparação para uma intervenção militar.Cuba: EUA acusam Raúl Castro de conspiração contra americanos | CNN 360ºO ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro já havia sido acusado quando as Forças Armadas dos EUA realizaram uma operação de captura em janeiro, que o levou ao território americano para ser julgado.O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou na segunda-feira (18) que Cuba “tem o direito absoluto e legítimo de se defender contra um ataque militar” e que tal ataque “causaria um banho de sangue com consequências incalculáveis”.Apagão e bloqueio de petróleo: O que está acontecendo em Cuba?