Flávio Bolsonaro relaciona crise com Vorcaro a fala contra facções

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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), alvo de uma crise após a divulgação de um áudio em que pede recursos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre seu pai, afirmou neste sábado (16), durante evento em Sorocaba (SP), que passou a sofrer “perseguições” após defender que integrantes do PCC e do Comando Vermelho sejam classificados como terroristas.“Com a gente, marginal de CV e PCC vai ser classificado como terrorista”, declarou durante lançamento da pré-candidatura de Guilherme Derrite (PP) ao Senado. Eduardo Bolsonaro defende "método Bukele" para enfrentar o crime organizado Fachin marca julgamento de processos após cobrança de Gilmar por mensagem Instabilidade política e social afeta reputação do Brasil, diz pesquisa Na sequência, relacionou o discurso contra facções criminosas à crise envolvendo as mensagens divulgadas pelo Intercept Brasil sobre pedidos de recursos a Vorcaro para produzir uma cineobiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).“Estranhamente, foi só eu declarar isso [classificar facções como terroristas] que começaram as perseguições, as mobilizações. Um tudo ou nada para tentar me enterrar vivo, mas eu estou com mais disposição do que nunca”, afirmou durante o evento apenas com aliados.Flávio também atacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acusou o governo federal de favorecer o avanço da criminalidade.O senador ainda afirmou que o governo petista “aparelhou” a Polícia Federal e citou uma investigação envolvendo o filho do presidente. “Trocaram o delegado que investigava o Lulinha”, afirmou.Flávio também voltou a negar irregularidades no caso envolvendo Vorcaro. “Eu não tenho nada a esconder de ninguém”, disse.Datafolha: Lula e Flávio empatam com 45% antes de áudios | AGORA CNN