Quando a JBS comprou a americana Swift em 2007, a empresa-alvo era quatro vezes maior que a operação brasileira. O mercado duvidou. Wesley Batista, hoje conselheiro da companhia que fatura quase meio trilhão de reais e opera em mais de 20 países, foi para os EUA com uma regra simples para a equipe: primeiro a chegar, último a sair. O que veio depois virou lição de gestão.Leia mais em: https://exame.com/bussola/o-que-faz-a-diferenca-na-escala-de-um-negocio-e-gente-cultura-e-atitude-diz-wesley-batista/