Além do excelente momento de Lionel Messi na Copa do Mundo, que o levou ao topo da artilharia histórica dos Mundiais, o empenho e a garra do craque argentino também chamaram atenção até aqui.Em partidas difíceis e com viradas marcantes, o camisa 10 mostrou ser um jogador “raçudo”, além de todo o talento.Em entrevista ao CNN Esportes S/A, exibida neste sábado (11), Edilson Capetinha, pentacampeão com a Seleção Brasileira, comparou o atual momento de Messi à falta de garra dos jogadores do Brasil na eliminação diante da Noruega no Mundial. Leia Mais Vini Jr. quebra silêncio após queda do Brasil na Copa: "Frustração absurda" 4 técnicos e 2 presidentes: entenda pedido dos jogadores após queda na Copa Disney e mais: o descanso dos jogadores da Seleção após eliminação na Copa Um cara família pra caramba. Um cara com trinta e nove anos. O cara se dedica parecendo que é um menino. Esse cara que já ganhou tudo na vida. O cara chora. Ele se entrega. O jogo contra o Egito foi impressionante. O amor dele pra ganhar. E isso contagia a gente. Isso contagia a Argentina. Os jogadores que estão perto dele. E é isso que me dói mais ainda, porque eu não vejo isso na nossa seleção. Eu vi um jogo frio contra a Noruega.Edilson Capetinha, pentacampeão com a Seleção BrasileiraEdílson colocou Messi como o segundo melhor jogador da história, atrás apenas de Pelé. O Capetinha também lamentou que o craque argentino não tenha nascido brasileiro.Ele é o melhor. O Messi, nessa geração de todos eles aí, ele é o melhor jogador que eu vi jogar. Infelizmente, esse pequenininho não é brasileiro. Me dói falar isso, cara. Mas eu acho que ele é o melhor dentro de campo. E a história do cara, a vida do cara, é um exemplo também fora de campo. Porque não adianta você só ser bom dentro de campo e não dar exemplo fora de campo. Eu acho que faltou isso na carreira do Maradona.Edilson Capetinha, pentacampeão com a Seleção BrasileiraCNN Esportes S/ACom Edilson Capetinha, pentacampeão com a Seleção Brasileira, o CNN Esportes S/A chega à 146ª edição. Apresentado por João Vitor Xavier, o programa aborda os bastidores de um mercado que movimenta bilhões e é um dos mais lucrativos do mundo: o esporte.Em pauta, os assuntos mais quentes da indústria do mundo da bola, na perspectiva de economia e negócios.Romário diz que rasgaria contrato de Ancelotti: “Não tem como continuar”