Governo aumenta tarifas de embarque em 14 aeroportos brasileiros

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O governo federal aumentou as tarifas aeroportuárias dos aeroportos internacionais de São Paulo, incluindo Guarulhos e Viracopos, em Campinas, além de outros 12 terminais incorporados ao contrato de concessão da GRU Airport por meio do programa AmpliAR.As alterações foram oficializadas em três portarias publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13/7). Os novos valores, entretanto, só poderão ser cobrados após 30 dias da divulgação pelas concessionárias.Na prática, as portarias atualizam os tetos tarifários de embarque, conexão, pouso, permanência, armazenagem e capatazia — cobrança relacionada à movimentação e ao manuseio de cargas dentro dos aeroportos.A única tarifa paga diretamente pelo passageiro é a de embarque, já incluída no valor da passagem aérea. As demais são cobradas das companhias aéreas e dos operadores de aeronaves. Leia também BrasilSuspeito de assalto milionário em aeroporto do RS é preso na Bolívia Distrito FederalSete pessoas são socorridas após vazamento de gás no Aeroporto de Brasília Grande AngularTJDFT condena Aeroporto de Guarulhos e empresa por perda de testes de Covid BrasilEstrangeira vive há seis meses em aeroporto de Belém Com base nas novas regras, os tetos das tarifas de embarque para passageiros passam a ser:Aeroporto internacional de Viracopos (Campinas – SP): Embarque doméstico: R$ 33,44Embarque internacional: R$ 59,17Aeroporto internacional de Guarulhos (Guarulhos – SP):Embarque doméstico: R$ 35,75Embarque internacional: R$ 68,61Aeroportos regionais (Programa AmpliAR):Embarque doméstico: R$ 48,80Embarque internacional: R$ 86,42Os 12 aeroportos regionais incluídos no reajuste são os terminais de Aracati (CE), Lençóis (BA), Paulo Afonso (BA), Barreirinhas (MA), Araripina (PE), Garanhuns (PE), Serra Talhada (PE), São Raimundo Nonato (PI), Cacoal (RO), Vilhena (RO), Araguaína (TO) e Porto Alegre do Norte (MT).Segundo a Anac, os reajustes seguem fórmulas matemáticas previstas nos contratos de concessão e funcionam como mecanismo para preservar o equilíbrio econômico-financeiro dos acordos firmados com as empresas responsáveis pela administração dos terminais.