Filha de Mr. Catra deixa presídio um ano após prisão

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Julia Garcia Domingues, uma das filhas de Mr. Catra, deixou a prisão após passar cerca de um ano detida.Ela havia sido presa em 9 de julho de 2025, durante a Operação Falsa Portabilidade, deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para desarticular um esquema de fraudes em empréstimos consignados que tinha aposentados e pensionistas como principais vítimas. Leia também Fábia OliveiraMr. Catra será homenageado com projeto inédito gravado no Rio Fábia OliveiraApós desabafo, herdeiros de Mr. Catra defendem Tati Quebra Barraco Marido registrou saídaA saída do Instituto Penal Djanira Dolores de Oliveira, unidade feminina localizada no Complexo de Bangu, na Zona Sudoeste do Rio, foi registrada em vídeo e publicada nas redes sociais do marido de Julia, Lenon Costa.Ao compartilhar as imagens, ele escreveu: “Liberdade eterna, gratidão sempre a Deus e os orixás. Agora é só vitória”.6 imagensFechar modal.1 de 6Mr. Catra e Julia Garcia Domingues.Reprodução/redes sociais.2 de 6Julia Garcia Domingues e o marido.Reprodução/redes sociais.3 de 6Julia Garcia DominguesReprodução/redes sociais.4 de 6Julia Garcia DominguesReprodução/redes sociais.5 de 6Julia Garcia DominguesReprodução/redes sociais.6 de 6Julia Garcia Domingues, o marido e Mr. Catra.Relembre a investigaçãoA investigação apontou que Julia integrava um grupo suspeito de aplicar golpes por meio da chamada falsa portabilidade de crédito.Além dela, outras seis pessoas foram presas, enquanto mandados também foram cumpridos nos estados do Acre, Minas Gerais e Santa Catarina. Segundo a Polícia Civil, o esquema movimentou aproximadamente R$ 5 milhões ao longo dos últimos anos.De acordo com as apurações, os investigados convenciam as vítimas a contratar um novo empréstimo sob a justificativa de quitar um contrato anterior.Com a promessa de juros menores e melhores condições de pagamento, aposentados e pensionistas aderiam à operação, mas acabavam assumindo uma nova dívida, enquanto os suspeitos ficavam com os valores liberados.Segundo a Polícia Civil, Julia Garcia cedia contas bancárias para receber os valores obtidos com as fraudes. As investigações também indicam que o grupo utilizava documentos falsificados para viabilizar a contratação dos empréstimos.