O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) manteve a prisão do influenciador digital Samuel Sant’Anna da Costa, o Gato Preto, durante audiência de custódia realizada no último domingo (12). Ele foi detido no mesmo dia em Ribeirão Preto, no interior paulista.Segundo o tribunal, não foram constatadas irregularidades no cumprimento do mandado de prisão, motivo pelo qual a prisão foi mantida. O processo tramita sob segredo de Justiça e por isso não foram divulgadas mais informações.Samuel, que era considerado foragido, foi preso na madrugada de domingo (12) no bairro Alto da Boa Vista. De acordo com a SSP (Secretaria da Segurança Pública), policiais militares foram acionados após uma denúncia anônima sobre um desentendimento entre um casal em um bar.No local, os agentes verificaram que não havia sinais de agressão física, mas constataram a existência de um mandado de prisão em aberto contra o influenciador.Ele foi encaminhado à CPJ (Central de Polícia Judiciária) de Ribeirão Preto, onde a ocorrência foi registrada como captura de procurado.A CNN Brasil tenta localizar a defesa do influenciador Gato Preto. O espaço segue aberto para manifestações. Leia Mais MP pede que Gato Preto pague mais de R$ 260 mil em indenizações Influenciador Gato Preto é denunciado por tentativa de homicídio Influenciador Gato Preto é preso em Ribeirão Preto (SP) Réu por acidente com PorscheA Justiça de São Paulo tornou réu o influenciador Samuel Sant’Anna da Costa, conhecido como Gato Preto, por um acidente com um Porsche em 20 de agosto de 2025, na zona oeste de São Paulo, diz a defesa. Também foi determinada a suspensão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) de Samuel e a venda antecipada do veículo.A decisão foi tomada após denúncia do MPSP (Ministério Público de São Paulo) por duas tentativas de homicídio na forma dolosa, ameaça e infrações a três artigos do CTB (Código de Trânsito Brasileiro).Na ocasião, Gato Preto dirigia o veículo de alto padrão na avenida Brigadeiro Faria Lima quando colidiu com outro carro, ocupado por um pai e um filho.O influenciador não prestou socorro às vítimas e fugiu do local. Além de não prestar socorro após a colisão, o denunciado teria ameaçado uma das vítimas. Apesar da gravidade do acidente, ninguém morreu. À época dos fatos, a defesa do réu, composta pelos advogados Jonatha Carvalho, André Nino e Daniele Vieira, lamentou o ocorrido, mas diz ter recebido a decisão com surpresa, por entenderem que o caso é de lesão corporal na forma culposa, longe de ter dolo homicida.